Bob Esponja Como Você Nunca Viu (Nem Deveria Ter Visto)

Estranhas tirinhas que demonstram um lado obscuro e pornográfico do Bob Esponja onde a forma como foi desenhado e a coloração contribuem muito com isso. Vejam abaixo: [...]

Normal Porn For Normal People: A Verdade Vem À Tona!

Se tem um site que intrigou/intriga muita gente, é aquele "Normal Porn For Normal People", que ficou muito conhecido após sua creepypasta (de mesmo nome que o site) ser solta por aí... Descrições de vídeos bizarros, envolvendo gore, sexo e coisas grotescamente bizarras faziam parte da história do site. Normal Porn For Normal People logo se tornou uma creepy clássica e não demorou muito para que se descobrisse que o site definitivamente existia, para a surpresa de muitos. [...]

Globsters - As Mais Bizarras Coisas do Mar!!!

Acerca desse assunto a pergunta mais difícil de se responder não é nem se é real ou não, mas sim: o que é um Globster? De monstros marinhos até animais pré-históricos sobreviventes, essas criaturas ainda não tem um conceito muito fixo. Entretanto, definem-se por Globsters (ou Blobsters, ou Blobs) carcaças irreconhecíveis à vista, encontradas próximas de ambientes aquosos (a maioria delas em costas de praias, mas também podem ser avistadas em rios, lagos etc). [...]

Five Nights at Freddy's

Se imagine na pele de um vigia noturno que deve vigiar uma pizzaria por câmeras de segurança. Imaginou? Certo. Agora imagine que durante seu trabalho você nota que os mascotes animatrônicos (animatronics) que na verdade deveriam cantar e alegrar a pizzaria durante o dia começam a mudar de lugar conforme você vai vigiando o local. Os animatronics passam a vagar pela pizzaria e você então percebe que há algo de errado. [...]

WebDriver Torso: O Que Há Por Trás Desse Misterioso Canal?

WebDriver Torso: um canal do youtube com mais de 80 mil vídeos, todos curtos (em média, 11 segundos) com um padrão bizarro, onde retângulos azuis e retângulos vermelhos movimentam-se em diferentes posições ao som de um bipe. O canal foi fundado em 7 de março de 2013 - ou seja, tem mais de 1 ano de vida - e é uma espécie de máquina de funcionamento infinito e contínuo, afinal envia vídeos quase toda hora! Só para dar uma breve noção a vocês: no Natal, o canal enviou 400 vídeos! [...]

Yami Shibai - Histórias de Terror Japonesas

Yami Chibai é uma série de televisão de origem japonesa produzida por ILCA e dirigida por Tomoya Takashima, juntamente com o roteiro escrito por Hiromu Kumamoto e narrado por Kanji Tsuda. A série estreou em 14 de julho de 2013 na TV Tokyo. O show é organizado em uma série de curtas em que cada episódio tem duração com menos de 5 minutos. Cada episódio mostra um conto diferente, baseados em lendas urbanas e mitos de origem japonesa. [...]

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Espalhando A Palavra- Estaríamos Fazendo Burríce?


BOTE SUA PAMPERS E NÃO ESPALHE!



Sempre houve muitos mitos em torno da crença de que certos seres corpóreos são capazes de atravessar para nosso mundo de um outro plano de existência, geralmente com a intenção de causar caos, assim o cão do medo afunda os dentes na humanidade. E se o próprio medo é o que os impulsiona para o nosso plano, para se alimentar, para ser nutrido?

Lembra de quando você era criança? ou seja, ontem Você sempre estava com medo de monstros, ou do escuro, não é? De onde é que essas emoções vêm? A mente humana foi constituída para associar a escuridão e o que não enxergamos com o que nós não sabemos. Talvez o medo da escuridão, ou monstros, é apenas um mecanismo de defesa anti-estupropredatório, um instinto. Mas e se eu lhe disser que é algo bem mais sinistro que isso?

Você provavelmente está se perguntando o que esses seres tem a ver com isso - sem dúvida você pensou em fantasmas e figuras retorcidas, com traços faciais torcidos, mas eles são apenas parte do imaginário de contos inquietantes que apodrecem a mente, embora, no entanto, eles alimentem as verdadeiras criaturas que se escondem dentro das profundezas do Hell pensamento humano, e são, portanto, considerados úteis para o objetivo.

Muitos escritores adotaram seus piores medos e os manifestaram em livros, contos (ou creepypastas como muito chamam) e até mesmo filmes e video-games. No entanto, sem o conhecimento deles, eles não só alimentam o desejo de tais emoções, como também despertam um poder muito mais obscuro.

Você sente isso? Você está tendo um orgasmo tremendo. Você chegou a perceber o verdadeiro horror que se encontra na sua mente e não é deste mundo. Você continuará a escrever e espalhar isso, mesmo sabendo que isso não é certo, mas você não pode pará-lo, e com cada letra o seu coração se afunda ainda mais em um abismo emocional. Você provavelmente vai acabar colocando-a em um site ou rede social olha eu fazendo merda aqui, onde muitos outros irão ler e reviver o horror que está acontecendo, pois ele é real.

Eu posso provar do seu medo. Ele me alimenta.

Adaptado de: Lua Pálida
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Caramba, que baita creepy em! E só pra variar é uma ótima tradução do Fernando Thiago lá do Lua Pálida, mais méritos ainda ao ser humano (ou extraterrestre, vai saber né...) que criou essa creepy. Queria conhecer esse cara e apertar a mão dele e depois correr para as colinas

Texto muito bem escrito e que explora um dos sentimentos mais complexos do ser humano: o medo. Muitas outras histórias já fizeram o mesmo, mas essa foi mais profunda, essa me deixou mais ligado, e não tem como não sentir um friozinho nesse final, ainda mais sabendo que eu estou espalhando a palavra (kkk). 

Avaliação final: Creepy perfeita, nota 10

VOCÊ NÃO DEVE ESPALHAR A PALAVRA!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA TARDE


domingo, 11 de agosto de 2013

O Mais Best da Semana #18


BOTE SUA PAMPERS E FIQUE INSANO!

Semana passada acabamos não tendo nosso querido 'best'. Sendo assim, resolvi hoje fazer um 'best' um pouco mais insano, um 'best' cheio de links dos nossos parceiros, e claro, do Predomínio também!!!

Começando nosso 'best' com um cemitério Pac-Man!

Primeiramente os links do Predomínio, ENJOY:





Links dos Parceiros, ENJOY

Fear of Slender:                                                        



Resistn Survive:

As Criaturas Mais Bizarras dos Filmes de Terror (Pt. 1 e Pt. 2)
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Psicológico Macabro:

O Terrível Caso Kurin- A Mãe Canibal
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Meu Mundo é Assim: 
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Betto Wert. Contos e Fatos de Terror: 
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Criptomania: 
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Crepepasta Brasil: 
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Scary Universe:
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Caçadores do Medo/Caçadores Beta:
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Noite Sinistra: 
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Horror em Dobro:
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No Mínimo Intrigante: 
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Zona 33: 
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Ta Duvidando(?):
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Contos de Criptas:
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Medo Sensitivo: 
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Vossas cabeças irão explodir com tantos links!

Esse foi o nosso 'best' especial. Nem tive tempo de ler tudo, pois é realmente muito material, então alguns eu selecionei pelo título mais chamativo, por assim dizer. Espero que tenha sido de vosso agrado!

ATÉ SEMANA QUE VEM PESSOAL!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE


sábado, 10 de agosto de 2013

Contos de Edgar Allan Poe - O Coração Delator


É verdade! Nervoso, muito, muito nervoso mesmo eu estive e estou; mas por que você vai dizer que estou louco? A doença exacerbou meus sentidos, não os destruiu, não os embotou. Mais que os outros estava aguçado o sentido da audição. Ouvi todas as coisas no céu e na terra. Ouvi muitas coisas no inferno. Como então posso estar louco? Preste atenção! E observe com que sanidade, com que calma, posso lhe contar toda a história.

É impossível saber como a idéia penetrou pela primeira vez no meu cérebro, mas, uma vez concebida, ela me atormentou dia e noite. Objetivo não havia. Paixão não havia. Eu gostava do velho. Ele nunca me fez mal. Ele nunca me insultou. Seu ouro eu não desejava. Acho que era seu olho! É, era isso! Um de seus olhos parecia o de um abutre - um olho azul claro coberto por um véu. Sempre que caía sobre mim o meu sangue gelava, e então pouco a pouco, bem devagar, tomei a decisão de tirar a vida do velho, e com isso me livrar do olho, para sempre.

Agora esse é o ponto. O senhor acha que sou louco. Homens loucos de nada sabem. Mas deveria ter-me visto. Deveria ter visto com que sensatez eu agi — com que precaução —, com que prudência, com que dissimulação, pus mãos à obra! Nunca fui tão gentil com o velho como durante toda a semana antes de matá-lo. E todas as noites, por volta de meia-noite, eu girava o trinco da sua porta e a abria, ah, com tanta delicadeza! E então, quando tinha conseguido uma abertura suficiente para minha cabeça, punha lá dentro uma lanterna furta-fogo bem fechada, fechada para que nenhuma luz brilhasse, e então eu passava a cabeça. Ah! o senhor teria rido se visse com que habilidade eu a passava. Eu a movia devagar, muito, muito devagar, para não perturbar o sono do velho. Levava uma hora para passar a cabeça toda pela abertura, o mais à frente possível, para que pudesse vê-lo deitado em sua cama. Aha! Teria um louco sido assim tão esperto? E então, quando minha cabeça estava bem dentro do quarto, eu abria a lanterna com cuidado — ah!, com tanto cuidado! —, com cuidado (porque a dobradiça rangia), eu a abria só o suficiente para que um raiozinho fino de luz caísse sobre o olho do abutre. E fiz isso por sete longas noites, todas as noites à meia-noite em ponto, mas eu sempre encontrava o olho fechado, e então era impossível fazer o trabalho, porque não era o velho que me exasperava, e sim seu Olho Maligno. E todas as manhãs, quando o dia raiava, eu entrava corajosamente no quarto e falava Com ele cheio de coragem, chamando-o pelo nome em tom cordial e perguntando como tinha passado a noite. Então, o senhor vê que ele teria que ter sido, na verdade, um velho muito astuto, para suspeitar que todas as noites, à meia-noite em ponto, eu o observava enquanto dormia.

Na oitava noite, eu tomei um cuidado ainda maior ao abrir a porta. O ponteiro de minutos de um relógio se move mais depressa do que então a minha mão. Nunca antes daquela noite eu sentira a extensão de meus próprios poderes, de minha sagacidade. Eu mal conseguia conter meu sentimento de triunfo. Pensar que lá estava eu, abrindo pouco a pouco a porta, e ele sequer suspeitava de meus atos ou pensamentos secretos. Cheguei a rir com essa idéia, e ele talvez tenha ouvido, porque de repente se mexeu na cama como num sobressalto. Agora o senhor pode pensar que eu recuei — mas não. Seu quarto estava preto como breu com aquela escuridão espessa (porque as venezianas estavam bem fechadas, de medo de ladrões) e então eu soube que ele não poderia ver a porta sendo aberta e continuei a empurrá-la mais, e mais.

Minha cabeça estava dentro e eu quase abrindo a lanterna quando meu polegar deslizou sobre a lingüeta de metal e o velho deu um pulo na cama, gritando:

— Quem está aí?

Fiquei imóvel e em silêncio. Por uma hora inteira não movi um músculo, e durante esse tempo não o ouvi se deitar. Ele continuava sentado na cama, ouvindo bem como eu havia feito noite após noite prestando atenção aos relógios fúnebres na parede.

Nesse instante, ouvi um leve gemido, e eu soube que era o gemido do terror mortal. Não era um gemido de dor ou de tristeza — ah, não! era o som fraco e abafado que sobe do fundo da alma quando sobrecarregada de terror. Eu conhecia bem aquele som. Muitas noites, à meia-noite em ponto, ele brotara de meu próprio peito, aprofundando, com seu eco pavoroso, os terrores que me perturbavam. Digo que os conhecia bem. Eu sabia o que sentia o velho e me apiedava dele embora risse por dentro. Eu sabia que ele estivera desperto, desde o primeiro barulhinho, quando se virara na cama. Seus medos foram desde então crescendo dentro dele. Ele estivera tentando fazer de conta que eram infundados, mas não conseguira. Dissera consigo mesmo: "Isto não passa do vento na chaminé; é apenas um camundongo andando pelo chão", ou "É só um grilo cricrilando um pouco". É, ele estivera tentando confortar-se com tais suposições; mas descobrira ser tudo em vão. Tudo em vão, porque a Morte ao se aproximar o atacara de frente com sua sombra negra e com ela envolvera a vítima. E a fúnebre influência da despercebida sombra fizera com que sentisse, ainda que não visse ou ouvisse, sentisse a presença da minha cabeça dentro do quarto.

Quando já havia esperado por muito tempo e com muita paciência sem ouvi-lo se deitar, decidi abrir uma fenda — uma fenda muito, muito pequena na lanterna. Então eu a abri — o senhor não pode imaginar com que gestos furtivos, tão furtivos — até que afinal um único raio pálido como o fio da aranha brotou da fenda e caiu sobre o olho do abutre.

Ele estava aberto, muito, muito aberto, e fui ficando furioso enquanto o fitava. Eu o vi com perfeita clareza - todo de um azul fosco e coberto por um véu medonho que enregelou até a medula dos meus ossos, mas era tudo o que eu podia ver do rosto ou do corpo do velho, pois dirigira o raio, como por instinto, exatamente para o ponto maldito.

E agora, eu não lhe disse que aquilo que o senhor tomou por loucura não passava de hiperagudeza dos sentidos? Agora, repito, chegou a meus ouvidos um ruído baixo, surdo e rápido, algo como faz um relógio quando envolto em algodão. Eu também conhecia bem aquele som. Eram as batidas do coração do velho. Aquilo aumentou a minha fúria, como o bater do tambor instiga a coragem do soldado.

Mas mesmo então eu me contive e continuei imóvel. Quase não respirava. Segurava imóvel a lanterna. Tentei ao máximo possível manter o raio sobre o olho. Enquanto isso, aumentava o diabólico tamborilar do coração. Ficava a cada instante mais e mais rápido, mais e mais alto. O terror do velho deve ter sido extremo. Ficava mais alto, estou dizendo, mais alto a cada instante! — está me entendendo? Eu lhe disse que estou nervoso: estou mesmo. E agora, altas horas da noite, em meio ao silêncio pavoroso dessa casa velha, um ruído tão estranho quanto esse me levou ao terror incontrolável. Ainda assim por mais alguns minutos me contive e continuei imóvel. Mas as batidas ficaram mais altas, mais altas! Achei que o coração iria explodir. E agora uma nova ansiedade tomava conta de mim — o som seria ouvido por um vizinho! Chegara a hora do velho! Com um berro, abri por completo a lanterna e saltei para dentro do quarto. Ele deu um grito agudo — um só. Num instante, arrastei-o para o chão e derrubei sobre ele a cama pesada. Então sorri contente, ao ver meu ato tão adiantado. Mas por muitos minutos o coração bateu com um som amortecido. Aquilo, entretanto, não me exasperou; não seria ouvido através da parede. Por fim, cessou. O velho estava morto. Afastei a cama e examinei o cadáver. É, estava morto, bem morto. Pus a mão sobre seu coração e a mantive ali por muitos minutos. Não havia pulsação. Ele estava bem morto. Seu olho não me perturbaria mais.

Se ainda me acha louco, não mais pensará assim quando eu descrever as sensatas precauções que tomei para ocultar o corpo. A noite avançava, e trabalhei depressa, mas em silêncio. Antes de tudo desmembrei o cadáver. Separei a cabeça, os braços e as pernas.

Arranquei três tábuas do assoalho do quarto e depositei tudo entre as vigas. Recoloquei então as pranchas com tanta habilidade e astúcia que nenhum olho humano — nem mesmo o dele — poderia detectar algo de errado. Nada havia a ser lavado — nenhuma mancha de qualquer tipo — nenhuma marca de sangue. Eu fora muito cauteloso. Uma tina absorvera tudo - ha! ha!

Quando terminei todo aquele trabalho, eram quatro horas — ainda tão escuro quanto à meia-noite.
Quando o sino deu as horas, houve uma batida à porta da rua. Desci para abrir com o coração leve — pois o que tinha agora a temer? Entraram três homens, que se apresentaram, com perfeita suavidade, como oficiais de polícia. Um grito fora ouvido por um vizinho durante a noite; suspeitas de traição haviam sido levantadas; uma queixa fora apresentada à delegacia e eles (os policiais) haviam sido encarregados de examinar o local.

Sorri — pois o que tinha a temer? Dei as boas-vindas aos senhores. O grito, disse, fora meu, num sonho. O velho, mencionei, estava fora, no campo. Acompanhei minhas visitas por toda a casa. Incentivei-os a procurar — procurar bem. Levei-os, por fim, ao quarto dele. Mostrei-lhes seus tesouros, seguro, imperturbável. No entusiasmo de minha confiança, levei cadeiras para o quarto e convidei-os para ali descansarem de seus afazeres, enquanto eu mesmo, na louca audácia de um triunfo perfeito, instalei minha própria cadeira exatamente no ponto sob o qual repousava o cadáver da vítima.

Os oficiais estavam satisfeitos. Meus modos os haviam convencido. Eu estava bastante à vontade. Sentaram-se e, enquanto eu respondia animado, falaram de coisas familiares. Mas, pouco depois, senti que empalidecia e desejei que se fossem. Minha cabeça doía e me parecia sentir um zumbido nos ouvidos; mas eles continuavam sentados e continuavam a falar. O zumbido ficou mais claro — continuava e ficava mais claro: falei com mais vivacidade para me livrar da sensação: mas ela continuou e se instalou — até que, afinal, descobri que o barulho não estava dentro de meus ouvidos.

Sem dúvida agora fiquei muito pálido; mas falei com mais fluência, e em voz mais alta. Mas o som crescia - e o que eu podia fazer? Era um som baixo, surdo, rápido — muito parecido com o som que faz um relógio quando envolto em algodão. Arfei em busca de ar, e os policiais ainda não o ouviam. Falei mais depressa, com mais intensidade, mas o barulho continuava a crescer. Levantei-me e discuti sobre ninharias, num tom alto e gesticulando com ênfase; mas o barulho continuava a crescer. Por que eles não podiam ir embora? Andei de um lado para outro a passos largos e pesados, como se me enfurecessem as observações dos homens, mas o barulho continuava a crescer. Ai meu Deus! O que eu poderia fazer? Espumei — vociferei — xinguei! Sacudi a cadeira na qual estivera sentado e arrastei-a pelas tábuas, mas o barulho abafava tudo e continuava a crescer. Ficou mais alto — mais alto — mais alto! E os homens ainda conversavam animadamente, e sorriam. Seria possível que não ouvissem? Deus Todo-Poderoso! — não, não? Eles ouviam! — eles suspeitavam! — eles sabiam! - Eles estavam zombando do meu horror! — Assim pensei e assim penso. Mas qualquer coisa seria melhor do que essa agonia! Qualquer coisa seria mais tolerável do que esse escárnio. Eu não poderia suportar por mais tempo aqueles sorrisos hipócritas! Senti que precisava gritar ou morrer! — e agora — de novo — ouça! mais alto! mais alto! mais alto! mais alto!

— Miseráveis! — berrei — Não disfarcem mais! Admito o que fiz! levantem as pranchas! — aqui, aqui! — são as batidas do horrendo coração!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Japão do Medo #8: Kappa


BOTE SUA PAMPERS E PEGUE O PEPINO!

Os Kappa são espíritos anfíbios do folclore japonês. Eles vivem em rios, lagos e lagoas, locais para onde costumam levar suas vítimas e matá-las, afogando-as e mutilando-as. Apesar disso, é dito que os Kappa não sobem a superfície para capturar suas presas.



De acordo com contos japoneses, os Kappa são seres mal-intencionados, que visam, além de matar suas vítimas, sugar suas entranhas e beber seu sangue (Nota: os Kappa adoram fígados... mwahahahah). Entretanto os Kappa ainda são considerados criaturas sabias e honradas, e inclusive no Japão dis-se que os humanos aprenderam a curar fratura de ossos com um Kappa. Esse mesmo ofereceu um dádiva em troca de seu braço amputado em uma de suas aventuras de pilhagens. Se um Kappa perde um braço ou uma perna, ele pode conseguir recuperar a parte caso junte-a ao corpo novamente.

Os Kappa não são criaturas de alta estatura. Prova disso é o fato de que quando eles estão desenvolvidos ficam do tamanho de uma criança de 10 anos. Sua pele é escamosa e verde-amarelada; tem cara de macaco e costas de tartaruga; as mãos e os pés possuem membranas, o que os possibilita nadar facilmente. A característica que mais se destaca nessas criaturas é a depressão contida em suas cabeças. Elas usam essa depressão para armazenar água, que eventualmente servirá para manter o poder sobrenatural e a forçam descomunal dos Kappa. Apesar de ser algo que favoreça os Kappa, pode servir também contra eles. Se em alguma ocasião se encontrar com ele, cumprimente-o como os japoneses fazem; como é uma criatura muito educada, o Kappa irá fazer o mesmo, e curvando-se, despejará a água em sua cabeça, tendo assim que retornar à água.

Note a depressão na cabeça do Kappa.


No início do texto eu citei "pepino" (lá no "bote sua pampers"), e agora vocês saberão porque... Pepino é o alimento favorito dos Kappa sem duplo sentido seus safados, e de acordo com as crenças japonesas, riscar o nome de seus familiares na casca de um pepino e jogar em um lago onde um Kappa habita livra sua família dos Kappa. Isso ocorre porque o Kappa se sente moralmente obrigado a não fazer mal a essa pessoas após comer o pepino. A ligação entre Kappas e pepino é tão grande no Japão que existe até o "Kappa Sushi", um sushi recheado com pepino.



Referência: Criptomania

CUIDADO AE MULEKE JAPONÊS!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA TARDE

Brincando de Deus

Meu nome é Jessica, tenho 20 anos e sempre fui viciada em the sims, mas tinha algo que eu gostava mais no the sims era ver os acidentes acontecerem.Nunca pensei que isso me afetaria de alguma forma mas me afetou e muito.Mas vou contar minha historia para vocês.

Quando eu tinha 11 anos, meu primo veio morar com a gente, por que aconteceu algo meio inusitado com sua familia, seu irmão e pais morreram de causas não naturais, a polícia quando investigou o caso falou que foi um acidente doméstico, mas o mais estranho é…como pôde todos morrerem pelo mesmo motivo?

Meu primo quando chegou em casa só tinha as roupas dele e um CD do the sims que ele achou dentro de uma disqueteira, ele nunca falou aonde tinha encontrado ela, ele só disse que era o único seu jogo favorito, quando eu olhava nos olhos dele um vazio não parecia nada humano.

Mas, eu ainda acredito que ele não é uma pessoa ruim algo me diz que ele só está querendo ser salvo de alguma coisa muito ruim que atormenta.Sempre que olho uma aura negra está em cima dele.

2 anos se passaram e ele ainda era uma pessoa muito reservada, eu perguntava, tentava conversar com ele, mas ele só falava:

- Faça a gritaria parar! Por favor!

Isso acontecia sempre que eu tocava no assunto sobre os pais dele e o seu irmão e o seu humor mudava não era nem de perto o mais amigável de todos.

Uma vez uma amiga e eu estávamos conversando sobre jogos e ela comentou sobre o the sims, aquele típico jogo de menininha onde você construía sua casa, mudava o rosto e corpo dos personagens e eu sempre fui apaixonada por essas coisas, principalmente quando podia reproduzir os personagens com minhas características.

Quando eu acordei no dia seguinte meu primo entrou no quarto e perguntou:

- Ei Jé, quer jogar the sims comigo?

Eu fiquei impressionada e logo vi uma chance de saber um pouco mais sobre ele e saber o que aconteceu.

Sentamos no computador, ele me ensinou como instalar, fazer os personagens e notei que quando cliquei no jogo para abrir um leve chiado das minhas caixinhas de som eu não prestei atenção na hora, talvez pudesse ser algum detalhe importante que deveria ter me tocado antes começar a acender o pavio de meu vício.

Comecei criando a minha família e claro adicionei meu primo, eu pensei que ele ia surtar por que ele sempre foi fechado e nunca quis interagir e sempre que colocávamo-lo dentro de algum plano da família como viagem a parques ou até mesmo sair para tomar um simples sorvete ele falava que não tinha vontade de sair da cama, como se ele estivesse sentindo culpa de alguma coisa.

Quando começamos a jogar ele me ensinou sobre como comprar e até mesmo sobre os códigos de dinheiro, seria muito bom na vida real aparecer uma caixa de texto e digitar klapaucius e !;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!; e fazer nossas contas bancaria explodirem de tanto dinheiro, outra coisa que me deixava preocupada era que meu primo quando me via jogando sempre falava para eu colocar ele para fazer a comida e sempre manter os outros membros da família longe, eu atendi ao pedido dele.

Sempre que eu executava o jogo, o chiado se repetia parecia mais uma voz mesmo como se estivesse dizendo:

- Fique Longe!

E cada vez mais parecia mais alta e às vezes eu evitava jogar por que não queria esse chiado ecoando na casa e cada vez um frio na espinha subia.

A minha amiga Claire veio em casa ver o the sims, eu resolvi adicionar ela como membro da família, pois eu a considerava como irmã e como conhecia ela há bastante tempo sempre soube que ela não era boa cozinheira logo não coloquei nenhum tipo de habilidade dessas para ela.

Enquanto criava a personagem dela conversava falando o quanto mal ela cozinhava e sempre gargalhávamos sobre isso, lembro até mesmo uma vez quando ela conseguia sempre queimar um pano de prato quando ligava o forno, inclusive eu fiz a brincadeira que queria não ter feito e essas foram umas das ultimas palavras:

- Um dia você vai acabar tacando fogo na cozinha assim.

Como queria não ter dito nada disso.

Alguns dias se passaram, meu primo me contava mais sobre o jogo, mas ele sempre repetia as mesmas coisas quando eu começava a jogar:

- Cuidado! Pessoas morrem.

O que ele quis dizer com isso? Sim é um jogo de simulação, é comum em jogos personagens morrerem certo?

Eu quis saber como que funcionava esse negócio de morte, eu fiz um jogo novo, uma casa nova e um personagem novo. Tinha um menino da escola que ele sempre me zoava, vivia me importunando, inclusive coloquei até o nome desse menino nele.

Digamos que eu maltratei muito ele por um tempo, deixava sem tomar banho, sem comer até mesmo não deixava ir ao banheiro.

Alguns dias depois ele chegava às vezes na escola fedendo demais ou ate mesmo morrendo de fome ele falou que nunca cozinhava, pois a mãe dele não o deixava por os pés na cozinha.

Ao chegar a casa, eu resolvi entrar no jogo e fazer um teste, de propósito eu o coloquei na cozinha para preparar algo para ele comer, ele foi direto ao fogão e a um piscar de olhos o fogão estava em chamas e o fogo se espalhava rápido eu o vi morrendo, por um momento fiquei desesperada não sabia o que fazer, mas falei para mim mesma:

- Isso é só um jogo isso não é real, é ridículo eu ficar preocupada a toa.


Quando de repente a morte apareceu para levar a alma dele, ela não fez como em todos os jogos levou e foi embora, ela ficou cerca por 5 minutos, quando olhava para o relógio esses 5 minutos se tornavam 10.


Ele apenas ficava parado lá, quando eu pensei em fechar o jogo o chiado na minha caixa de som voltou e algo ecoou como:

- Você não devia ter brincado com isso.

E de repente um grito de dor. Meu primo escutou e entrou no quarto ele me olhava friamente e falou:

- Você fez? Não fez? E pelos seus olhos eu sei que sim e você acabou de entrar em um caminho sem retorno.

Após essa cena de filme de terror eu desliguei o computador, deitei na minha cama e comecei a imaginar o que era aquilo, muitas perguntas vieram na minha cabeça, será que eu o matei? Um jogo mesmo poderia fazer algo assim?

Meu primo me olhava com uma cara que não era de repressão, mas de pena e com o sentimento de livrar de algo… pelo menos foi o que me pareceu, que ele se tivesse se libertado.

Meus olhos começaram a pesar, eu lutei para deixa-los aberto e na terceira vez eu apaguei nessa noite eu tive um sonho de repente uma multidão estava a minha volta, alguns pareciam queimados, outros pálidos como fantasmas.


Acordei com meu primo me sacudindo, ele olhou para mim e falou:

- Você sonhou com pessoas mortas não é?

Eu o respondi:

- Como você sabe disso?

Ele sentou do lado da minha cama e começou a me contar a seguinte historia:

Eu também comecei a sonhar com pessoas, também as mesmas pessoas sempre, mas a diferença é que depois que meus pais os morreram também começou a aparecer, desde então eu nunca mais dormi por que eu não aguentava ver mais essas pessoas nos meus sonhos e gritando, chorando, crianças procurando os pais, hoje em seus sonhos eles estavam em silêncio, amanhã os gritos vão piorar e mais. Eu não quis dormir mais, estou buscando alguma resposta, do que seria, o por que eu sonho com essas pessoas que eu não conheço. Mas… depois que você começou a jogar, os sonhos começaram a desaparecer.eu  só digo que você deve parar, antes que seja tarde demais.

Eu tinha muitas perguntas para fazer, como onde ele tinha conseguido, por que ele fez aquilo, se eu estou morando com um assassino em série, gostaria pelo menos de uma chance de me defender ou pelo menos de destruir o computador.

Desliguei o computador, deitei na minha cama e comecei a pensar, por que não usar esse tipo de poder para algo maior, punir aqueles que a lei não o faz?

Tentei não pensar muito nisso… pensei em parar por um tempo de jogar para ver se os sonhos não me atormentariam por mais tempo. Infelizmente eu estava redondamente enganada, as coisas foram piorando, eles não queriam mais só gritar, eles queriam me tocar como se estivessem buscando uma saída do sofrimento eterno cujo foram aprisionados, resolvi fazer um teste.

Peguei um jornal local onde aparecia noticias de assassinos, estupradores, pedófilos e outras escórias do mundo.

E o primeiro nome para testarmos foi Billy Jenkins, 55 anos, ele foi acusado de matar duas pessoas e ainda estuprar a esposa de uma das vitimas, ele saiu da prisão em menos de dois meses por que era amigo de um político da cidade. Ele atualmente para o prefeito como secretário e você pergunta como um verme desses consegue um cargo assim?  Não precisamos nem ser detetives para decifrar isso.

Puxei minha cadeira, sentei no computador e automaticamente o jogo se iniciou eu não cliquei em nada, foi como se ele quisesse que eu fizesse isso o jogo abriu e uma janela apareceu escrita:


E depois essa janela fechou e o jogo começou, eu criei uma casa pequena, o pus dentro dela e coloquei bastantes objetos elétricos pela casa, ela era repleta de abajures, sons, tomadas e fazia ele constantemente mexer em cada um deles até eles quebrarem e causar um “pequeno acidente”. Demorou mais ou menos uma hora para acontecer alguma coisa, um abajur começou a piscar, eu o mandei usar o abajur e então aconteceu, após a cena de ver o personagem ser eletrocutado fiquei pensando se teria funcionado, era algo que eu gostaria de ter certeza.


Após a cena em que morte aparecia para levar o corpo dele  apareceu aquela tela e com isso:


Eu escolhi que não, eu não estava com vontade de ter mais assassinos nos meus sonhos, mas eu acredito que cedo ou tarde eu teria que levar adiante isso. Clicando em não apareceu isso:


Em seguida o jogo se fechou um ruído novamente começou a sair das minhas caixas de áudio do computador, meu computador desligou sozinho e não me deixou fazer mais nada depois de eu ter clicado em não, resolvi levar ele a um técnico, mas quando eu fui puxar os cabos para desligar o ruído ficou mais alto e uma voz gritou: NÃO DESLIGUE!

Por um momento pensei que fosse alguma brincadeira de mau gosto do meu primo, apesar de que eu tenho quase certeza de que não foi ele por que ele já passou por muita coisa para brincar com isso.

Acendi um cigarro, fiquei olhando para a janela e tentei me acalmar um pouco, logo mais no jornal da televisão o apresentador comunicou que o secretário do prefeito, Billy Jenkins foi encontrado em casa eletrocutado após ter retirado uma lâmpada do seu abajur.

E foi nesse momento vi o que eu poderia fazer o poder que eu tinha dentro do meu quarto, controlar o destino das pessoas, acabar com meus desafetos, algo dentro de mim nesse dia me mudou completamente.

E o mais interessante é que eu estava eu gostando disso.

Dois meses depois se passaram, comecei a juntar jornais antigos sobre assassinos, fotos de criminosos procurados, meu primo fazia o mesmo sem me questionar, será que ele tinha a mesmo senso de justiça que eu?

Não me importava, eu só gostaria de ver aqueles que causaram algum tipo de sofrimento pagar pelos seus crimes, eu quero viver em um mundo onde não precise mais ver injustiça, mesmo que eu tenha que viver sozinha.

Começamos todo dia limpar um por um, cada criminoso escondido aparecia de repente nos jornais, como se houvesse algum tipo de doença que causasse acidentes, era assim que foram chamadas essas mortes, a epidemia dos acidentes, empresas de aparelhos elétricos recebiam multas, algumas tiveram que fechar porque não conseguiam explicar como que os aparelhos delas matavam pessoas, ou como fogões de repente transformavam a casa em um festival de quatro de Julho.

Devo admitir que as coisas para mim não estivessem também muito comuns, cada morte que acontecia, uma nova mancha aparecia no meu pescoço, a cada morte um ponto novo aparecia em meu pescoço, eu sentia um peso e durante a noite nos sonhos eu sempre sonhava com alguém apertando ele, me deixando sem respirar e até mesmo me impedindo virar para trás e ver quem estava segurando meu pescoço.

Contei isso para meu primo, ele disse que isso nunca havia acontecido com ele, isso me fez pensar, como assim nunca tinha acontecido?  Acho que pelo meu bem estava na hora de dar um fim nisso. Antes de tentar retirar meu computador ouvi novamente o mesmo grito: NÃO DESLIGUE. Meu primo estava com um olhar morto e de boca aberta como se estivesse preparado para me engolir, não dei atenção arranquei meu computador com todas minhas forças, não ligando para cabos, tomadas ou até mesmo o cd o peguei junto, levei para o meu quintal, meu pai guardava um galão de gasolina para caso houvesse alguma emergência, quando eu voltei com o galão de gasolina meu primo estava na frente do computador com os braços abertos e disse:

- Você não pode acabar com isso, eu não criei isso tudo só para uma fedelha maldita queimar tudo e acabar com o trabalho que tivemos você não vê? Nós podemos limpar o mundo inteiro com isso. E a única coisa que iria custar era a sua vida, pense comigo acabar com a escoria do universo somente em troca da vida de uma pessoa inocente?

Nesse exato momento meu pescoço começou a ser apertado novamente, eu resisti empurrei meu primo no chão e joguei gasolina no computador e nele também e enquanto ele ardia no fogo, eu o respondi:

- Eu nunca me importei com quem eu matava sim eles foram uma escória e agora te pergunta e depois que eu morrer, buscará outra inocente para usar? Continuara tudo a mesma coisa e vou parar com isso agora.

Fiquei feliz em ser uma fumante viciada, atirei meu isqueiro no computador e os dois queimaram, eu não senti nenhuma pena do que tinha feito, por que acreditei que fiz a coisa certa.

Uma vizinha assistiu tudo e chamou a policia, fui encaminhada para um reformatório como eu ainda era menor de idade, mas aos 18 acabei sendo encaminhada para uma prisão e é onde estou hoje, acredito que ninguém vai encontrar essa história depois que eu me suicidar.

Minhas palavras finais sobre isso? Eu não me arrependo de nada.



Fonte: Medo B


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Creepypasta dos Fãs: Massacre Sob A Lua


BOTE SUA PAMPERS E VEJA O QUE FÃ MANDOU!

Opa galera insana, mais uma creepy enviada pelo nosso amigo Daniel Lee, confira!
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Houve um assassinato, e esse não é o primeiro. Era o segundo só essa semana. A vítima da vez foi um homem de negócios aparentemente sem nenhum problema com crimes, brutalmente esfaqueado em sua nova casa. Como morava sozinho, ninguém sabe nada sobre sua morte, a cabeça foi decapitada e o corpo completamente rasgado por uma lâmina provavelmente muito afiada.

Esse assassinatos em série se devem, segundo várias pessoas, a uma recente fuga em massa do presídio regional. Senti uma onde de frio percorrer minha espinha quando ouvi nos noticiários que o último ataque havia sido apenas há duas quadras da minha casa. Desliguei a TV e entrei no carro rumo ao meu trabalho.

Na saída, passei no shopping para comprar algo que precisava. Quando voltei, notei uma mancha vermelha na porta do meu carro, muito parecida com sangue. Fiquei espantado, principalmente quando ouvi aquele grito gélido vindo de algum lugar não muito distante dali. Já era 1 da manhã e aquele estacionamento estava deserto. Eu trabalhava no turno da noite, por isso já estava bem tarde.

Depois daquele grito, tudo pareceu mais silencioso, mesmo para aquele horário. Eu permaneci imóvel por pelo menos dois minutos, ouvindo o som de carros na rua, geradores trabalhando. O silêncio era incômodo, naquele estacionamento praticamente vazio, sem sombra de sequer qualquer alma viva.

Noto pelo canto da minha visão alguém subindo as escadas de emergência. Resolvo seguí-lo para saber o que acontecia. Subi lentamente as escadas, notando gotas vermelhas no chão; não acreditei, mas era sangue. Ao fim das escadarias dou de cara com uma sala escura. Acendo a luz e percebo uma porta trancada, alguém acabou de passar por ali. Entro caminhando lentamente até encontrar um interruptor, mas me arrependo de tê-lo ligado.

Eu deveria ter entrado no carro e ido embora, ao invés de me deparar com um corpo ensanguentando no canto da sala, o estômago rasgado ao meio. Sinto uma ânsia de ver aquilo e me ponho a descer rapidamente escadaria abaixo, queria sumir dali o mais rápido possível.

Eu nunca havia me sentido tão feliz de ter chegado em casa, ainda me lembro dos batimentos cardíacos acelerados depois de ver aquela cena. "Feliz", eu me refiro a isso até a hora em que entro no corredor da casa, manchas de sangue formavam letras na parede:

"Não pode se esconder."

Realmente, minha vontade era de correr para longe dali, não fosse pela vontade de descobrir o que estava acontecendo. Chamei por alguém na casa, nenhuma resposta. Eu estava sozinho, os batimentos acelerados novamente, entro no meu quarto.

"É tarde para correr", li na parede com mais sangue. "Agora, volte a dormir". Foi o que eu pude ler até a luz se apagar, na escuridão.

Escutei passo vindo em minha direção. O meu sangue congelava, e naquele momento eu vi o rosto dele pela primeira vez. Jeff tinha um rosto pálido e olhos queimados que contrastavam com o mesmo. Pior que isso, só o brilho de sua lâmina, que refletia um tom leve de azul, uma cor que me lembrou a morte.

Comecei a correr o mais rápido que pude, subindo as escadas, tropeçando em tudo que estava em meu caminho. Me escondi no banheiro, ali parecia seguro. Isso até notar meu cachorro encostado na parede, sem vida. Seu estômago foi perfurado, os órgãos despejados de seu devido lugar, me fez lembrar a cena daquela sala escura que eu havia visto poucos minutos atrás.

"Então foi daí que ele tirou o sangue para escrever nas paredes?!".

Meu estômago revirava, ainda mais quando ouvi passos lentos subindo as escadas. Minha respiração ficou pesada e veio o silêncio. Para onde foram os passo? Eu já estava no banheiro há cinco minutos. Resolvi sair bem devagar. abri a porta lentamente, não havia mais energia elétrica, então foi difícil enxergar algo no escuro.

Tomei um susto muito grande, senti algo frio penetrar minhas costas. O sangue jorrava. Jeff retirou sua lâmina de minhas costelas, eu me virei e vi aquele sorriso congelante, assistindo a minha terrível dor. Não havia mais nenhum brilho azulado naquele monte de sangue que cobria sua faca. Eu pude ver a faca vindo em direção aos meus olhos, mas aí já era tarde demais.



PRODUZIDO POR: Daniel Lee


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É, a creepy num geral não me agradou muito. A escrita foi bem razoável e mais uma vez o fato de ser com creepy conhecida foi um ponto negativo na hora da avaliação. As partes descritivas foram razoáveis também, assim como a coerência. 

Avaliação final: não foi uma escolha muito feliz, nota 6,5

SHHHH, GO TO SLEEP!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA TARDE


domingo, 4 de agosto de 2013

Não Faça Perguntas Das Quais Você Não Queira Saber A Resposta!!!


BOTE SUA PAMPERS E ACEITE A IGNORÂNCIA!

Vocês sabe que nós estamos aqui. Somos a presença que força você a correr escadas abaixo como se os degraus fossem feitos de carvão quente. Somos a coisa que impede você de se virar para olhar para trás quando está andando em um beco escuro. Somos a coisa que faz você se esconder debaixo de sua cobertas. Os Achamos inútil. Poderíamos arrancá-los de suas fracas e amedrontadas mãos se quiséssemos, mas não queremos. Não agora. Se você continuar a fugir de nós, como deve fazer, nós não sentiremos a necessidade de pegar você. Ao menos não agora, de qualquer jeito. Mas se nos confrontar, tentar ser amigável ou qualquer coisa semelhante, vai se arrepender profundamente. A única coisa que nos mantém sem querer pegar você é que nos divertimos brincando com você sádicos do capeta.

Se você tentar qualquer coisa estúpida como invocar o capeta, transar sem camisinha ou andar devagar pelos becos escuros com a cabeça esticada procurando por algo, iremos encontrá-lo. E as pessoas que acharem seu corpo terão sorte se conseguirem algo que possam usar para lhe identificar.

Porém se você tentar algo a mais, algo mais arriscado, algo talvez como Jogo da Garrafa do Copo, nós não precisaremos lhe achar pois você irá nos invocar das profundezas do hell. Coisas bem piores do que nós, com grandes olhos vermelhos e brilhantes vão pegá-lo. Se lembra daquele caso de certa pessoa que sumiu após jogar um desses rituais, e que a polícia disse ter fugido, depois alegou que ela estava desaparecida e anos depois não acharam nem o corpo nem a pessoa? As criaturas que pegaram ela não mostraram tanta misericórdia como nós mostramos, e como poderiam? Estariam ocupados demais, pegando os pedaços quentes e grudentos de sua carne dos dentes dele. Se fosse Friboi isso não aconteceria...

Então tente não ficar rebelde demais. Caso você fique, torça para que nós o encontremos, e não as criaturas piores que nós. Coisas além de seus piores pesadelos, coisas que vão perseguí-lo em seus sonhos mais doces com aquela gostosa do seu colégio.

Então, não nos procure.

Nem procure eles.

E pare de olhar debaixo de sua cama. Ou de olhar dentro do armário. Por último, pare de abrir a porta ou a cortina do banheiro para se sentir mais seguro. Porque, certa vez, quando você o fizer, alguém estará lá. E eles não serão amigáveis. Você gostaria de saber o que eles estão fazendo ali, ou o que eles são. o capeta

Mas acredite em mim, eu fui uma vítima dessa ignorância. Você nunca deve fazer perguntas as quais não quer saber as respostas. É isso mesmo. Joguei um joguinho. Perguntei algo que queria saber a resposta, no fim das costas. Agora não é mais um joguinho, agora é vida. Ficarei preso para sempre dentro do mundo dos meus assassinos. Mas veja, eu não morri só perdi a vida , eu estou aqui. Estou observando, esperando. Apenas esperando para lhe puxar para dentro deste abismo no qual minha alma reside. Então apresse-se agora, porque a este ponto você já sabe demais, e eles já devem estar em sua casa, olhando, esperando. Na próxima vez que você olhar procurando por eles ou por nós, não nos esconderemos.

E lembre-se sempre: Não invoque o capeta faça perguntas das quais você não quer saber a resposta.



Adaptado de: Creepypasta Brasil
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É mais uma daquelas creepys sobre esses demônios/criaturas sinistras que nos caçam durante a vida. Ela é um pouco diferente, pois a criatura não cita-se como a pior, ela avisa que há piores e que ela e seus "amigos" são, inclusive, "inofensivos"... É bem escrita, apesar de seus clichês. 

Avaliação final: é uma creepy muito boa mesmo, um 9,0 é justo. 

NÃO FAÇA PERGUNTAS DE RESPOSTAS INDESEJADAS!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Desgraça


BOTE SUA PAMPERS E CONHEÇA A DESGRAÇA!


- Hora de partir, meu amigo! - Falou Wilson, o jovem cobrador. Ele e seu parceiro, o motorista Jorge, trabalhavam juntos há 12 anos. Dias e muitos dias de trabalho cansativo, encarando o transtornado e estressante transito. Era quinta-feira, portanto dia de trabalho noturno.

Mesmo que fosse uma noite comum de quinta, Wilson sentia algo estranho. Um pressentimento de que algo ruim fosse acontecer naquela noite, e mudar a vida dos dois amigos.
- Algo ruim vai acontecer... - Wilson resmungou, assustando Jorge. - Não diga besteiras, Wilson. Aí vem os primeiros passageiros. - Jorge retrucou. Então os primeiros passageiros da noite vieram: uma gestante, três jovens estudantes e uma menina que, julgando pela aparência angelical, tinha uns 13 ou 14 anos.

A noite seguia normal, e o ônibus seguia sua rota de costume. Tudo em seus conformes, mas Wilson ainda estava com aquele sentimento angustiante. Ele começou a encarar a jovem menina angelical que entrara no ônibus junto aos outros - e únicos - passageiros da noite. Ele a olhava, achando estranho ela estar andando sozinha àquela hora da noite... Enquanto olhava-a aquela angustia que ele sentia ia aumentando. "Ok, como essa garotinha pode ser algo de ruim? Como?", Wilson se indagava.

- Ei, menina venha cá! - Chamou Wilson. A garota olhou para ele com um rosto indiferente, levantou-se de seu assento e se dirigiu a ele. Sentou no banco em frente a cadeira do cobrador e foi indagada por Wilson:
- O que uma menina jovem como você faz a essa hora sozinha? A menina não respondeu, apenas abaixou sua cabeça e sussurrou algo inaudível. Wilson ficou confuso. - Garota, por que não responde? A menina levantou cabeça. Sua face não parecia mais tão angelical: seus olhos estavam com grandes olheiras, sua face estava mais pálida, seu cabelo se bagunçara, sua roupa se tornara um longo vestido branco rasgado e o mais assustador... Sua boca ensopada de sangue. Wilson se moveu bruscamente para trás com o susto que levou. - O que é isso garota? - Ele perguntou com seus olhos arregalados. Como resposta, a garotinha sorriu levemente.

Todos os outros passageiros deram sinal, Jorge parou o ônibus e todos desceram. Tudo acontecia e ninguém percebia. Ninguém notava aquela garota horrível, e Wilson vivia um pesadelo. - Jorge, Jorge! Pare essa merda desse ônibus! - Wilso gritou. Jorge não o ouviu. A garota se levantou e disse, em seguida desaparecendo: - Eu sou sua desgraça!

Wilson despertou. - Ah, foi só um pesadelo... - Ele pensou alto, um tanto aliviado. Jorge notou que o amigo havia acordado de um cochilo acidental e logo anunciou que eles estavam próximos do fim da viagem.

Há poucos metros do ponto final, Wilson notou alguém no fundo do ônibus. Ao observar melhor viu que era uma garota... Uma garota parecida com a de seu pesadelo. Antes que ele pudesse ficar assustado, a garota surgiu em sua frente e sorriu levemente... Por alguma razão inexplicável o ônibus capotou. Wilson foi jogado para o fundo do ônibus, e de lá, caído, ele viu Jorge com cacos de vidro no pescoço. O cobrador não conseguia se mover, suas costas doíam muito e havia uma grande hemorragia em sua cabeça. Prestes a morrer, o homem vê uma menina surgindo em sua frente. Ela se aproxima mais, se abaixa, ri de maneira caçoante e diz:
- Desgraça... Essa é a sua desgraça...!

A última coisa que Wilson ouve, antes de  partir, é uma risada caçoante e macabra que ecoará em seu ouvido e perturbará sua alma para o todo e o sempre.

"Sou sua desgraça..."

Autor: Leon Lenidas

(Plágio é crime... Se você copiar este conto em seu blog, site, etc e não por créditos, o Zalgo irá puxar sua alma para o Héll e você será chamado de Zé Ruela para o todo e o sempre)


GOSTARAM?

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE


quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Lado Assustador do Rock

                             Eae galera, mais um post do marcos, dessa vez falando de um                         assunto polêmico que não são mamilos piada velha


Bom pra começar, queria falar que esse não é um post que de maneira alguma quer denegrir a imagem do rock, porque afinal eu sou um grande apreciador desse estilo musical Rock forever bitches mas temos que concordar que alguns fatos no rock intrigam ou assustam, e é isso que vou mostrar nesse post.

Bom já vamos começar com um cara que realmente é bugado de assustar qualquer um...

GG Allin

Esse cara foi vocalista de varias bandas no estilo Punk Rock. Era famoso pelas peripécias pra não falar idiotices que fazia nos shows, como se cortar com cacos de vidro, arrebentar a cabeça com o microfone, e enfiar o microfone no anus. serio isso mano que cara bugado Ele defecava no palco e comia nesse ponto se não quiser continuar pode parar vai ficar pior relaxa e quando não comia passava na cara ou jogava nos "fãs" particularmente, eu não iria num show desse nem que me pagassem ... Os discos dele eram propositalmente mal gravados, e eram muito criticados obviamente, e o pior é que ele tinha uma parcela boa de fãs. pra você ver quanta gente bizarra no mundo Uma vez ele prometeu cometer suicídio no palco, mas antes disso acontecer ele morreu de overdose de heroína em 1993 com 36 anos. O enterro dele foi totalmente bizarro, com ele só de cueca no caixão, com uma garrafa de uísque na mão e discos dele espalhados pelo caixão inteiro. Se quiserem saber um pouco o porque dessas bizarrices ou assistam o documentário Hated. Por sua conta e risco...


Vamos para a segunda bizarrice do rock, que é uma banda extremamente assustadora...

Mayhem


Mayhem é uma banda de black metal norueguesa, para começar com as bizarrices, o vocalista da banda conhecido como Dead nome amigável se suicidou, um dos integrantes da banda conhecido como Euronymous não, não é anonymous foi assassinado por outro integrante da banda Varg Vikernes, e alem desses fatos bizarros, a banda foi associada por muitos incêndios de igrejas locais na Noruega. Suas letras tratavam-se de coisas super legais como morte e paganismo. Dead também como o cidadão do tópico acima, costumava se cortar com facas e vidros quebrados, além disso nos shows eram colocados cabeças cadavéricas de animais mortos em espetos no meio do palco avisei que o post ia ser forte Dead foi aceito na banda de um jeito não muito comum, ele enviou um envelope que continha uma carta aos membros perguntando se podia entrar na banda e uma fita cassete que continha filmagens de um porquinho da índia em decomposição. da pra ver que os caras são normais Em um dos shows da banda Dead teve que ser rapidamente hospitalizado por se cortar excessivamente e ter perdido muito sangue. Quando Dead cometeu suicídio, seu corpo foi encontrado por Euronymous, seu corpo estava com os pulsos cortados e com um tiro de espingarda na cabeça, do lado do cadáver havia um bilhete escrito por Dead, no bilhete estava escrito "me desculpe pelo sangue e por ter atirado aqui dentro" bem profundo essas palavras viu como essas pessoas nem eram doentes, Euronymous não chamou a polícia e sim foi a loja mais próxima e comprou uma câmera para fotografar a cena e colocar na capa do disco novo chamado "Dawn of the Black Hearts" a capa do disco esta abaixo (cenas meio fortes tirem o papagaio da sala)
Surgiram até rumores que Euronymous fez um ensopado com pedaços do cérebro de Dead e colares com os fragmentos do crânio mas nada comprovado não duvido muito de acordo com vários conhecidos de Dead eles diziam que Dead não se sentia como um humano e sim como uma criatura de outro mundo. Ele dizia ter muitas visões que o seu sangue estava congelado em suas veias e que ele estava morto. Essa é a razão de seu nome. Ele sabia que ia morrer cedo talvez não fosse se não tivesse se matado ele vivia falando sobre castelos e que essa vida era apenas um sonho. Varg assassinou o guitarrista Euronymous, tudo começou em uma discussão que acabou com Varg esfaqueando Euronymous com 23 facadas. coisa pouca 
No julgamento Varg disse que Euronymous planejava torturá-lo até a morte e gravar um filme snuff (filmes com cenas de assassinatos reais) e Varg disse que a maioria dos ferimentos de Euronymous foram causados por cacos de vidro que caíram durante o confronto. Para saber mais sobre esses fatos assista o filme Until the Light Takes Us (se tiver coragem) Varg foi sentenciado a prisão por 21 anos por homicídio e incêndio das igrejas.

prontos para o próximo ? bem esse eu fiquei sabendo esses dias talvez não me aprufunde muito bem no assunto mas conheçam outra banda problemática :)

Silencer


Silencer foi uma das primeiras bandas do estilo DSBM (Depressive suicidal black metal) outro nome bem amigável, uma das únicas bandas que nunca deram uma entrevista. o vocalista Nattramn (Mikael Nilsson) publicou uma carta de admiração a um serial killer sueco chamado Thomas Quick, terminando a carta Nattramn dizia que queria matar jovens meninas como Thomas fizera. No mesmo ano Nattramn atacou com um machado uma menina de 6 anos num parque, tentou fugir de bicicleta mas foi pego pela policia. Nesse momento Nattramn pediu a policia que o matasse. Logo após isso foi internado num hospício, porém há rumores de que ele fugiu, porem voltou depois. Nas gravações ele se auto mutilava para produzir gritos mais realistas. No hospício foi sugerido que Nattramn escrevesse seus sentimentos, foi assim que nasceu o livro Coração de Porco



                                Gostaram do post de hoje ? Lembrando nada aqui quer denegrir o rock, pois já falei que pra mim este é o melhor estilo musical, e peço que as pessoas não usem essas historias como bases para denegrir o rock, pois sempre há um lado negro em tudo

 durma bem escutando essas bandas como canção de ninar

terça-feira, 30 de julho de 2013

Casos Pessoais #5: Visões


BOTE SUA PAMPERS E CONFIRA!



É, eu queria falar sobre esse caso um pouco mais para frente, no entanto algo dentro de mim me fez compartilhar esse acontecimento curioso - ou assustador - com vocês agora. Primeiramente, vocês devem saber que essa foi uma das coisas que aumentou meu interesse no sobrenatural e foi um dos fatores contribuentes com a criação deste humilde blog que vos interage a quase um ano... 

O título deve-lhes ter despertado curiosidade, não? "Visões... Leon pode prever o futuro?". Bom, esse não é bem o sentido de visão que eu quero dar. Se eu for explicar vocês não vão entender nada, porque eu realmente não tenho habilidade nisso, então entendam isso na prática mesmo.

Faz uns 4 ou 5 anos que eu tive isso. Na verdade eu tive 2 vezes, mas foi mais ou menos no mesmo tempo. A primeira vez que eu tive a "visão" eu fiquei um pouco assustado. Eu jogava bola com meu amigo, e de repente eu fiquei meio tonto e do nada a visão de um acidente veio na minha mente. Eram uns 5 jovens dentro de um carro e em um momento o carro batia em algo que parecia uma pessoa. O carro capotava e todos se machucavam seriamente. Tinha sangue, muito sangue, e aparecia uma mulher gritando. Eu lembro de ter notado um machado no chão, no entanto a origem dele ou o dono eram um incógnita (na verdade a situação toda era uma incógnita). Essa visão veio na minha mente mais umas 3 ou 4 vezes e parou e era sempre a mesma, variando um pouco apenas o embaçamento (às vezes eu via muito embaçado, às vezes pouco). Eu não reagia negativamente a isso, só ficava confuso, me perguntando o que poderia ser aquela porra.

Meses depois do encerramento das visões, eu voltei a tê-las... Entretanto dessa vez era diferente. Não tinha sangue, não tinha acidente, gritos ou outra coisa... Eu as tinhas quando ia dormir, no momento em que parava para observar o teto.

O que eu via? Era bem estranho, e na verdade eu não tenho total certeza até hoje. O que consigo descrever dessa imagem, torna aquilo um possível portal! Eu levantava minha cabeça e olhava fixamente, ali na escuridão. A escuridão começava a rodar, rodar, girar, girar... Era como se uma fumaça negra se formasse, parecia ter profundidade (por isso julgo ser um portal). A primeira vez que vi era apenas isso, no entanto das 2 outras vezes que vi eu notei um par de bolinhas. Eram bem pequenas, de um amarelo fraco, ficavam apenas naquela escuridão... Da última vez que os vi, se moveram levemente para a direta, mas... eu nunca soube e acho que nem quero saber o que era aquilo... Alguém quer "chutar" um hipótese?


Atualmente não tenho mais as visões. Por enquanto fico somente na ignorância, no mistério dos fatos, sem explicação para essas visões. O que vocês acham?

O MISTÉRIO FICA PARA VOCÊS!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Filosofando : Amigos Imaginários

                       Eae galera do Predomínio, aqui é o Marcos trazendo uma "filosofia" estive pensando nisso a algum tempo nas madrugadas da vida, e vim trazer este pensamento a vocês leitores...


Vocês já pararam pra pensar, será que aquele amigo imaginário que você provavelmente teve, eu particularmente nunca tive mas quem teve se fodeu sabe como foi. Não seria estranho pensar que ele realmente desapareceu, será que você apenas teria o apagado de seu subconsciente após toda aquela conversa que você ouvia que era fruto de sua imaginação. Seria ele aquele que te observa nas noites sombrias, o que te espiona naquela sombra, que muitas vezes você pensa que é uma peça de roupa ou um estuprador. será que tudo que vocês dois viveram na infância seriam apenas brechas pra ele te conhecer melhor e algum dia talvez poder te raptar ou algo pior violar, já pensou em ligar uma câmera enquanto dorme ? talvez você possa ver seu amiguinho novamente, mas por via das duvidas acho melhor você não tentar o conhecer melhor, afinal tudo oque você sabe sobre ele já é o suficiente, afinal ele pode ter desaparecido para tentar apagar a realidade de sua mente, tentar apagar suas memórias com ele, ou será que ele não é algo real ? um fantasma de sua mente, uma ilusão ? eu não acredito nisso, acredito que ele queira algo maior, sua essência, sua alma, ou seus amigos e familiares, eu posso estar apenas viajando na minha mente escrevendo baboseiras. Mas te desafio a ligar sua câmera a noite, ou tentar alguma outra forma de contato com seu amigo oculto, tem coragem ?
Durma bem Com seu amigo