“Monstro!”
“Assassino de bebês!”
Os homens da aldeia estavam dispostos em um meio círculo em torno de mim, me encurralando como se para me impedir de sair da mesa antes de meu julgamento. Não que eu pudesse fugir. Eles tinham arrancado minhas pernas para me ensinar uma lição: "Você não pode fugir de seus pecados."
Eu me movi desconfortável quando outro homem se levantou e tomou a posição. Dois dos meus acusadores enfiaram os dedos nos meus ombros, como que para impedir que eu golpeasse o homem. Não que eu pudesse lutar. Eles tinham arrancado meus braços para me ensinar uma outra lição: "Você não pode desfazer os seus pecados."
Havia um homem lá quando eles chegaram. Ele confessou tudo.
Com horror, a multidão se virou e olhou para mim. Depois de uma pausa, o juiz falou, suavemente.
"Inocente."
E então eu chorei. Eu chorei sem braços para enxugar minhas lágrimas, sem pernas para suportar um homem livre, sem língua para expressar meu alívio. Eles não podiam desfazer os seus pecados.
















