Bob Esponja Como Você Nunca Viu (Nem Deveria Ter Visto)

Estranhas tirinhas que demonstram um lado obscuro e pornográfico do Bob Esponja onde a forma como foi desenhado e a coloração contribuem muito com isso. Vejam abaixo: [...]

Normal Porn For Normal People: A Verdade Vem À Tona!

Se tem um site que intrigou/intriga muita gente, é aquele "Normal Porn For Normal People", que ficou muito conhecido após sua creepypasta (de mesmo nome que o site) ser solta por aí... Descrições de vídeos bizarros, envolvendo gore, sexo e coisas grotescamente bizarras faziam parte da história do site. Normal Porn For Normal People logo se tornou uma creepy clássica e não demorou muito para que se descobrisse que o site definitivamente existia, para a surpresa de muitos. [...]

Globsters - As Mais Bizarras Coisas do Mar!!!

Acerca desse assunto a pergunta mais difícil de se responder não é nem se é real ou não, mas sim: o que é um Globster? De monstros marinhos até animais pré-históricos sobreviventes, essas criaturas ainda não tem um conceito muito fixo. Entretanto, definem-se por Globsters (ou Blobsters, ou Blobs) carcaças irreconhecíveis à vista, encontradas próximas de ambientes aquosos (a maioria delas em costas de praias, mas também podem ser avistadas em rios, lagos etc). [...]

Five Nights at Freddy's

Se imagine na pele de um vigia noturno que deve vigiar uma pizzaria por câmeras de segurança. Imaginou? Certo. Agora imagine que durante seu trabalho você nota que os mascotes animatrônicos (animatronics) que na verdade deveriam cantar e alegrar a pizzaria durante o dia começam a mudar de lugar conforme você vai vigiando o local. Os animatronics passam a vagar pela pizzaria e você então percebe que há algo de errado. [...]

WebDriver Torso: O Que Há Por Trás Desse Misterioso Canal?

WebDriver Torso: um canal do youtube com mais de 80 mil vídeos, todos curtos (em média, 11 segundos) com um padrão bizarro, onde retângulos azuis e retângulos vermelhos movimentam-se em diferentes posições ao som de um bipe. O canal foi fundado em 7 de março de 2013 - ou seja, tem mais de 1 ano de vida - e é uma espécie de máquina de funcionamento infinito e contínuo, afinal envia vídeos quase toda hora! Só para dar uma breve noção a vocês: no Natal, o canal enviou 400 vídeos! [...]

Yami Shibai - Histórias de Terror Japonesas

Yami Chibai é uma série de televisão de origem japonesa produzida por ILCA e dirigida por Tomoya Takashima, juntamente com o roteiro escrito por Hiromu Kumamoto e narrado por Kanji Tsuda. A série estreou em 14 de julho de 2013 na TV Tokyo. O show é organizado em uma série de curtas em que cada episódio tem duração com menos de 5 minutos. Cada episódio mostra um conto diferente, baseados em lendas urbanas e mitos de origem japonesa. [...]

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mistério Na Alemanha: Jovens Descobrem Bunker Abandonado em Floresta


BOTE SUA PAMPERS E INVESTIGUE!

Não se sabe exatamente aonde isso foi postado primeiramente, mas é um mistério bem curioso que lembra aqueles que são postados em fóruns como imgur e Reddit. Já postamos alguns desse tipo, como o cara que encontrou uma passagem secreta em casa e o outro que estava recebendo mensagem da namoradenha do além. Dessa vez temos algo mais light e um pouco menos sobrenatural: um grupo de amigos descobriu, em uma floresta, no norte da Alemanha, um bunker (resumidamente, é um lugar construído abaixo da superfície para as pessoas se alojarem e se protegerem de guerras) abandonado.


Desde a infância, amigos alemães brincavam pela região e estranhos canos já tinham sido notados, porém eles nunca tinham explorado a fundo. Os canos localizavam-se na superfície (como pode ser visto na imagem acima) e pareciam uma espécie de periscópio (aquela paradinha que os navios usam para observar o que acontece ao redor). Um belo dia eles decidiram desvendar essa putaria toda, encontrando, assim, o bunker. E da uma ligada no que havia por lá:

Essa é a entrada do bunker. Estava originalmente coberta por uma tampa de madeira, mas
com um pé de cabra, os rapazes conseguiram removê-la.

Visão da entrada, porta de ferro e tudo mais.

Havia corredores imensos lá dentro.

A acústica do local o tornava mais assustador.

Existiam diversos cruzamentos em vários lugares.

Este seria um possível primeiro final do bunker. Esse buraco, provavelmente, trata-se de uma fossa.

Este serial o segundo final. Diferente do outro está quebrado e possui pichações.

O caminho continuava se transformando.

Embora parecesse um ambiente de doom metal (todo trabalhado nas darkesa),
os rapazes não pensaram em voltar atrás na investigação.

Na parede, está escrito "Hilfe!" que, em alemão, significa "ajuda!".

Portas como você encontraria em um cofre de banco
pareciam estar arrancadas de suas dobradiças.

Eram portas pesadas e tinham letras indecifráveis desenhadas sobre elas.

A seta acima indicava uma saída.

Estaria isso ligado aos tubos?

Quanto mais eles desciam, mais o bunker ficava deteriorado.

Pichação: "Olá, Satanás, eu te amo". Aqui podemos ver que tinha uma galerinha bem legal habitando a localidade...

Os corredores possuíam um forte odor de esgoto.

Os níveis inferiores estavam bastante prejudicados.

Alguns dos principais corredores e salas estavam inundados.

Esta pilha de lixo, no escuro, parecia um homem sentado e esperando por eles. Com certeza, tiveram um cagaço daqueles!

Outro corredor inacessível.

Acima, a maior sala do bunker.

No meio dela, havia essa estranha máquina. Finalidade desconhecida...

Just luvas in this bagaça.

Um sapato marotenho.

Uma portinhola de destino incerto. Seria o inferno? Eita preula!!!

Que nada, só uma caverna cavernosa, sem nada demais.

Supõe-se que esta localidade tenha sido construído antes ou durante a Segunda Guerra Mundial. Os muleques vazaram de lá assim que a bateria da câmera acabou. Eles não exploraram o bunker todo, ou seja, além de toda a bizarrice que viram podia ter mais. Sasparada loka podiam rolar por aqui, no Brasil, também né?

Referências: Fórum Outer Space

E AÍ? O QUE ACHOU? TERIA CORAGEM DE EXPLORAR?

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA TARDE

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O Abismo (The Depths) - Creepypasta


BOTE SUA PAMPERS E JOGUE!


Antes de ler, uma breve curiosidade sobre essa creepypasta: em 2012, o Creepypasta Brasil publicou ela em uma madrugada de sábado. Eu consegui ler ela na mesma hora, porém no dia seguinte já não consegui mais acesso, pois eles a tinham excluído. O motivo eu não tenho ideia, mas recordo-me que nos comentário da referente postagem, um leitor compartilhou um link perguntando "é isso aqui?". 

Eu nunca vi o que tinha naquele link e nunca poderei ver...



Alguma vez já ouviu falar de um jogo chamado "O Abismo (N.T: Em inglês, 'The Depths')?". Não é surpreendente se você não tiver ouvido. Ele nunca foi lançado para o público. Cópias contrabandeadas foram espalhadas pelos Estados Unidos por volta de 2006 - 2007, mas tinha completamente desaparecido em 2008. Até o momento, apenas algumas pessoas falaram saber sobre o jogo e poucas destas tinham realmente jogado-o. Ainda é desconhecido quem desenvolveu o jogo ou de onde ele veio mas sabemos que foi do Inferno, pois nenhum detalhe é encontrado em nenhum lugar onde os arquivos eram instalados.

Adicionalmente, ninguém nunca terminou o jogo devido as gratuitas montanhas de imagens assustadoras retratadas e o trauma que se seguiu. O que vem a seguir é uma descrição de "O Abismo", vinda daqueles que o jogaram.

Os usuários que instalaram o jogo com sucesso diziam que depois da instalação seus computadores nunca mais funcionaram como antes. Travadas, telas azuis, arquivos corrompidos eram comuns depois de joga-lo. O único jeito de remover o jogo era chamando um pai de santo limpando o hard drive.  Não adiantava deletar arquivos, desinstalar, nada. Ele permanecia no computador, nunca sumia. Alguns usuários reportaram ver alguns arquivos sendo clonados em diferentes partes de seus computadores - como uma clonagem - fazendo os arquivos aparecerem em pastas indesejadas.

O cenário do jogo é supostamente o topo de uma montanha, em um ambiente com bastante neve e seja lá quanto o jogador andasse para muito longe, eles caiam e morriam. Nada demais pode ser visto de inicio, apenas neve. Um display infinito de neve caindo. Isso era o que deixava os jogadores mais frustrados. Eles tentavam andar para todas as direções possíveis para achar apenas mais neve, até que caíssem no infinito branco e morressem. Aí era onde a maioria dos usuários  paravam de jogar, embora os jogadores persistentes tenham achado uma forma alternativa.

Levavam múltiplas mortes, mas eventualmente o jogador descobria para onde ele devia ir: para baixo. Assim que criado, você pode olhar para baixo e ver uma porta aparafusada. Abrindo-a, o jogador é levado para a nova sequencia do jogo.

Assim que a porta é aberta, o jogador começa a cair em uma cova escura.  É um breu completo e tudo que pode ser ouvido é o som do vento enquanto você cai. Depois de 20 segundos de uma queda ininterrupta, você vê luz no fim do túnel.  O jogador chega no fundo da cova, e logo que eles tocam o solo, um grito pode ser ouvido. O jogador está agora em um grande salão sem portas ou saídas, apenas a luz e o túnel logo acima.

As paredes são cobertas de sangue, a luz oscila, e o som de uma baixa balbuciação está tocando de fundo. Essa área é onde a maioria dos jogadores desistem - alguns por tédio, outros por medo.

Não há nada que o jogador possa fazer nesse ponto, exceto andar pelo salão, procurando por seja lá o que eles deviam fazer a seguir. Mais sons começam a tocar enquanto o jogador caminha: vento soprando, água pingando, rosnados. Os jogadores geralmente ouvem os rosnados atrás deles, com medo, eles se viram rapidamente. Quando o jogador se vira, eles veem, por uma fração de segundo, uma figura escura correndo para a escuridão do quarto. Isso acontece todas as vezes que o jogador olha repentinamente para trás. Tocando as paredes mal iluminadas faz com que o jogo trave por alguns momentos antes de voltar ao normal. Mais sons começam a ficar audíveis, e eventualmente um piano batendo e gritando se torna mais e mais frequente.

O volume dos barulhos cresce quando os jogadores tentam mutar seus sons (o que é impossível). Os sons continuam tocando até ficarem em nível altamente estridente. Nesse ponto todos os jogadores experimentaram a mesma coisa. Os jogos brilhavam, os mouses paravam de funcionar, e o quarto estaria repentinamente cheio de corpos mortos. Cadáveres sem vida com vida é mei difícil né, surgindo do nada, por todo o salão em pilhas até que o jogador estivesse quase coberto de corpos. Cada um dos corpos estão murmurando palavras indistinguíveis. Suas bocas dizem coisas sem sentido enquanto os olhos parecem estar abertos, mas são completamente negros. O jogador é obrigado a ficar falando com os cadáveres por estarem presos e não poder sair do lugar. A única coisa que podem fazer é olhar em volta e ver os corpos os encarando e falando coisas irreconhecíveis em um tom demoníaco.

Nesse ponto, o jogador é incapaz de pausar ou sair do jogo. Eles podem apenas olhar e ver os corpos falando em uma linguagem sem nexo. Isso continua por apenas um curto período de tempo, mas nesse ponto, a maioria dos usuários remanescentes tinham desligado a força seus computadores. Os cadáveres em certo ponto mudavam suas palavras sem sentido para uma unissonância. Em um último grito, todos mantinham suas bocas abertas em um grau impossível. Como se suas mandíbulas quebrariam a qualquer momento.

O grito coletivo dos corpos ficam mais alto, e mais distorcido. Assim que os gritos se tornam quase insuportáveis, corta para uma tela preta e os gritos param de repente. Essa escuridão dura por um longo tempo. O jogador começa a ouvir uma risada perto de si. O riso está fora, entretanto; parece que alguém mexeu com o áudio. A risada se aproxima cada vez mais até que, finalmente, acaba com um "HA!" muito alto. Esse som é acompanhado por um frame da foto do rosto de um velho, retorcido pela idade, e tapando a maior parte da tela. Ele tem sua boca aberta... sorrindo.

Esse frame aparece apenas por alguns milésimos de segundo, e logo depois a escuridão acaba. Mesmo que tenha apenas uma fraca luz, o jogador pode olhar para baixo e ver seu corpo amarrado em um poste de madeira.

Essa é a parte que os usuários descrevem como a pior. A luz acima deles, brilhando no jogador, é confinada em um pequeno circulo em cima dele. Sombras pequenas começa a aparecer no circulo no chão; as sombras parecem com corpos distorcidos e mutilados. Finalmente pegadas são ouvidas. O velho da foto pode ser visto de corpo inteiro enquanto ele anda até seu corpo imobilizado. Ele é baixo e careca; seu rosto esta abaixado e ele esta usando um par de calças surradas.

Seu dorso está quase completamente rasgado ao meio. A única coisa mantendo o corpo de não se partir em dois é o fio de pele conectando o pescoço com sua cabeça. A perna esquerda dele está substituída por um longo e enferrujado tubo de metal. Enquanto ele se aproxima de você com tesouras no lugar de mãos, os arranhões do tubo metálico no chão dão ao jogador a sensação de unhas arranhando um quadro. Quando ele está perto de você, ele olha para cima. O jogador pode ver seu rosto inteiro.

O rosto do homem se parece igual ao que aparecera antes. Seus olhos parecem estar faltando e sua boca está aberta, sorrindo. Está coberta de sangue - sangue que parece seco a alguns dias. Ele começa a girar a cabeça enquanto olha para você com sua boca aberta. O jogador pode apenas olha-lo, sem poder se mexer. O homem levanta seu braço torcido segurando tesouras, e enfia em seu corpo. Sangue jorra de seu corpo em quantias anormais. Os poucos jogadores que presenciaram essa cena, descrevem-na como horrivelmente realística.

O homem pega as tesouras e leva até o seu pescoço, deixando com um efeito de zíper que nem a do seu dorso.  O corpo do jogador é aberto e as entranhas caem para fora em cima do peito do velho. Ele então remove as tesouras, vai até o chão e pega um espelho. Ele vira o espelho para você. Mesmo sendo que o rosto do jogador não pode ser visto no reflexo do espelho,  o peito do jogador - agora cortado ao meio - pode ser visto, tal como toda a cena grotesca. O homem então deixa o espelho cair, vai ao chão novamente, e pega um machado. Ele balança o machado até o poste de madeira em que você está amarrado, várias vezes, até que o poste e você caiam no chão.

O jogador agora está olhando para o teto, ouvindo o velho rir. Ele se ajoelha na frente de seu rosto, com a boca ainda aberta, e deixa sair um último "HA!".  Ele se levanta e anda em volta do jogador segurando seu machado, arrastando sua perna de metal enquanto caminha. Quando ele chega aos pés do jogador, ele deixa escapar quatro palavras em uma voz nojenta e repulsiva, "Apenas... igual..." Ele levanta o machado acima de sua cabeça, olha para você, e gora a cabeça. Ele grita as palavras finais enquanto ele acerta o machado em seu joelho.

"A MIM!"

O jogo continua. Poucos jogadores ficaram até esse ponto.

Depois que o homem arranca sua perna, ele continua rindo e vira sua cabeça. O sangue de seu ferimento espalha-se por todo o dorso dele enquanto tudo que o jogador pode fazer é olhar em volta e ver seu próprio corpo mutilado, amarrado no poste ensanguentado. O homem deixa cair seu machado. Ele vem até você e se ajoelha, e abre sua boca de um jeito impossível. Ele parece te engolir.

O jogo trava por um momento e tudo que o jogador pode ver é a boca do velho. Em vez de cortar para tela preta, você é instantaneamente levado para outra cena; dessa vez, o jogador está em um longo e escuro corredor, iluminado apenas por tochas na parede. O jogador está mancando.

O jogador pode apenas andar em uma direção - a frente - até o final do que parece um corredor infinito. A cada passo que o jogador dá, a câmera treme e fica embaçada, até que, finalmente, nada pode ser visto além de círculos de luz. Por essa nebulosidade, uma pequena figura é vista à distancia. Parece ser a mesma figura vista antes na escuridão do quarto; está desfigurada e deformada. Instantaneamente a figura pula na visão do jogador assim que a tela fica mais clara novamente.

Dos poucos jogadores que restaram, cada um disse ver uma coisa diferente pulando em sua direção. Entretanto, em cada uma dessas vezes, era apavorante. O medo que eles sentiram naquele momento era indescritível, tão esmagador que  todos eles fecharam seus jogos naquele mesmo momento. Os usuários que jogaram essa cena reportaram que o jogo tinha um efeito de curto prazo na sua saúde mental, mas não a longo prazo.  Até hoje, ninguém jogou além desse ponto.

Adaptado de: Creepypasta Wikia BR
História original: The Depths (CP Wiki ENG)

SIM, MAIS UMA CREEPY CLICHÉ DE UM JOGO MACABRO, MAS O QUE TERIA NAQUELE LINK?

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA TARDE

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

10 Histórias De Horror Que Enganaram Muita Gente

Existem algumas histórias que tem sua essência tão bem elaborada que conseguem convencer muita gente de que aquilo é real. O que é apresentado ali chega a um ponto em que consegue enganar as pessoas. Sendo assim, abaixo você poderá conferir 10 histórias de terror que conseguiram enganar muita gente.


10 - New Terminal Hotel


Em dezembro de 2010, os bombeiros de Washington foram chamados para apagar um incêndio no George Washington Hotel e ao entrar em um dos quartos, se depararam com uma cena grotesca. Havia sangue por todos os lados e garrafas de bebidas no chão. O chefe de polícia J.R. Blyth comentou com a imprensa que a cena era uma das mais assustadoras que ele já tinha visto em seus 35 anos de carreira. O local foi imediatamente interditado e os investigadores foram convocados para avaliar a possível cena de um crime.

Oito horas depois os investigadores chegaram à inevitável conclusão. Dois anos antes, o quarto em questão foi usado como set para as gravações de New Terminal Hotel e (dizem que) a produção do filme pediu ao dono do hotel que mantivesse o local intocado, caso fosse necessário refazer algumas cenas. New Terminal Hotel foi um dos últimos filmes com a participação de Corey Haim antes do ator falecer, aos 33 anos de idade, em 2010.

Uma nota interessante é que desde 1923, 12 pessoas já morreram no hotel e muitos acreditam que o mesmo seja assombrado.


9 - The Buried Secret of M. Night Shyamalan


Em 2004, o canal de TV Sci-Fi, hoje conhecido como SyFy, anunciou a exibição de um documentário feito no set de A Vila, com uma biografia não autorizada do diretor M. Night Shyamalan. Mesmo sem o consentimento de Shayamalan, que já havia deixado claro que era contra a exibição do filme, o especial The Buried Secret of M. Night Shyamalan (O Segredo Enterrado de M. Night Shyamalan) foi ao ar trazendo entrevistas com algumas personalidades, contando sobre alguns aspectos da vida do diretor e, principalmente, sobre um segredo de sua infância que o levou a querer explorar o sobrenatural em seus filmes.

Entretanto, no próprio documentário fica claro o porquê da reprovação de Shayamalan. Durante a entrevista, o diretor se mostra muito incomodado com as perguntas em relação ao seu passado e, principalmente, sobre um possível afogamento que marcou a sua vida. Em um dado momento Shayamalan se irrita e deixa a entrevista.

A história é bem confusa, mas na verdade tudo não passava de uma baita de uma mentira para promover o lançamento de A Vila. Inicialmente o canal assumiu a culpa, emitindo um pedido de desculpas, alegando que como Shayamalan havia se recusado a participar, eles foram obrigados a completar o filme de alguma forma e para isso inventaram algumas coisas. Mas até isso era mentira! Mais tarde a verdade veio à tona e descobriu-se que Shayamalan esteve envolvido no engodo desde o começo e que ele mesmo havia auxiliado o Sci-Fi na invenção de toda a trama. O indiano confessou que tudo não passava de encenação e que não havia segredo nenhum, já que até a história do tal afogamento era falsa.


8 - Snuff (1976)


O filme se vendia como um verdadeiro filme snuff e tinha como slogan a frase "Um filme que só poderia ser feito na América do Sul… onde a vida não vale nada". Em si, Snuff é muito ruim, mas o que acontece ao apagar das luzes chocou a opinião pública.

O filme termina e em vez dos tradicionais créditos, a câmera continua ligada e o público testemunha uma das atrizes sendo estripada pelos membros da equipe de filmagem. O filme só acaba mesmo depois de ouvirmos as vozes ao fundo, gritando que o filme acabou. As cenas (absurdas) eram tão chocantes, que levaram o promotor público de Nova York, Robert M. Morgenthau, a iniciar uma investigação em busca do corpo da atriz.

Porém ele a encontrou viva, feliz e sorridente. Tudo não passava de um truque e o diretor simplesmente fingiu esquecer a câmera ligada para enganar o público, que caiu direitinho.


7 - Faces da Morte


Faces da Morte foi uma sensação nos anos 80. O filme apresentava cenas de mortes reais coletadas de diferentes fontes, como noticiários e cinegrafistas amadores. Na época foi considerado tabú e só os bravos tinham coragem de assistir a fita. As cenas envolviam acidentes, suicídios, vítimas de terrorismo e alguns maus-tratos de animais. O resultado? Faces Da Morte foi proibido em mais de 40 países.

Embora alguns trechos sejam realmente reais — mais especificamente os extraídos de noticiários — a maioria das mortes que acontecem diante das câmeras são de mentira. O próprio diretor John Alan Schwartz confessou o fato anos depois, mas não antes de lançar mais quatro sequências. No meio dos anos 90, foram lançados mas dois filmes, o Faces Da Morte V e VI, que são um tipo de melhores momentos dos quatro primeiros filmes, compilados visando um lançamento nos países onde o filme havia sido proibido anos antes.


6 - Contatos de 4º Grau


O filme de 2009 trata de abdução alienígena e se diz baseado em fatos reais. Contatos De 4º Grau começa com a seguinte declaração da atriz Milla Jovovich:

Este filme é uma dramatização dos eventos que ocorreram de 1 a 9 de Outubro de 2000, na cidade de Nome no Norte do Alasca. Para explicar melhor os acontecimentos desta história, o diretor incluiu ao longo do filme cenas de arquivo reais. Este filme foi obtido com a psicóloga Dra. Abigail Tyler de Nome, que documentou pessoalmente mais de 65 horas de vídeo e materiais de áudio durante a época dos incidentes.

O filme também alega que a cidadezinha de Nome tem uma média de desaparecimentos muito elevada em comparação com as demais cidades americanas e que a cidade já recebeu mais de 2000 visitas do FBI desde 1960. Os dados são tão convincentes que milhares de pessoas correram para a internet em busca de mais informações a respeito dos desaparecimentos.

Infelizmente tudo foi uma mentira descarada, criada para estimular o interesse do público no filme. Não há nenhum registro de que alguém como nome de Abigail Tyler tenha vivido ou trabalhado em Nome. Os produtores foram processados por fazer acreditar que se trataria de uma história real e por publicar falsos obituários e websites de mentira um mês antes da estréia do filme.

As alegações chegaram até a ofender alguns membros da comunidade do Alaska. Entre eles as famílias de alguns desaparecidos na região, que alegaram que o filme se mostrou insensível com as suas perdas.


5 - Flowers of Flesh and Blood


Em 1991, o ator e exemplo de sobriedade Charlie Sheen, acionou o FBI convencido de que o filme que acabara de assistir, Flowers of Flesh and Blood se tratava realmente de um filme snuff e que apresentava cenas de um assassinato real, envolvendo um desmembramento executado pelas mãos de um serial killer vestido como um samurai. O FBI comprou a briga de Sheen e lançou uma investigação, na qual rastreou e interrogou Chas Balun, o principal distribuidor do filme.

A investigação tomou proporções mundias e os cineastas foram interrogados pela polícia japonesa e eventualmente convocados ao tribunal para provar que os efeitos especiais eram realmente falsos. A investigação foi cancelada quando as autoridades assistiram ao Making Of de Flowers of Flesh and Blood, que fazia parte de uma série de sete filmes conhecidos como Guinea Pigs Films. Os filmes foram concebidos por Hideshi Hino, como uma forma de adaptar as histórias de seu brutal mangá para as telas.


4 - A Bruxa de Blair


Em 1775, na pequena cidade de Burketsivlle, Maryland havia uma mulher chamada Ely Kedward acusada de praticar bruxaria e pela morte de sete crianças. Ela foi expulsa da cidade e condenada a viver na floresta eternamente até o dia de sua morte. Mas os moradores não poderiam imaginar que a morte não seria o fim de Ely e seu espírito continuou assombrando as matas, ganhando o lindo apelido de "A Bruxa de Blair". Duzentos e quinze anos mais tarde, três jovens universitários foram até Burketsville para investigar e fazer um documentário sobre a lenda da Bruxa de Blair. Entretanto eles nunca retornaram e tudo o que os grupos de busca conseguiram recuperar, foram suas câmeras, com as fitas que registraram seus aterradores últimos minutos de vida.

O filme foi lançado no ano de 1999 e na época causou um frenesi absurdo. Milhares de pessoas acreditaram que era tudo verdade e correram para a internet em busca de mais informações sobre a lenda. O mais surpreendente é que havia muita informação a respeito do caso.

Tudo caô. Na verdade o público caia vítima de um plano de marketing muito bem elaborado, que teve início um ano antes, com publicações em várias mídias sobre a origem da lenda e sobre os jovens desaparecidos. Os diretores Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, estabeleceram um contrato com os atores, que deveriam sumir da mídia por um ano. Mas nesse caso, ninguém foi acusado de nada. Apesar de não ter inventado o subgênero, A Bruxa De Blair é um dos principais responsáveis pela onda found-footage que assola o planeta atualmente.


3 - Terror Em Amityville


Em 1974, a residência localizada na Ocean Avenue, 112, Amityville, Nova York foi o palco de um crime que chocou os Estados Unidos. Roland Defeo Jr. assassinou seus pais e seus quatro irmãos a sangue frio, enquanto dormiam. Pouco mais de um ano depois, os Lutz se mudaram para a mesma casa, na qual infelizmente morariam por apenas 28 dias. Segundo os relatos da família, a casa era assombrada e durante o pouco tempo que viveram ali, os Lutz testemunharam eventos sobrenaturais como: figuras demoníacas, lodo escorrendo pelas paredes, enxames de moscas e vozes estranhas. A história rendeu um livro escrito por Jay Anson e, posteriormente, o caso foi investigado pelo casal de demonologistas Lorraine e Ed Warren, se tornando uma das mais prolíficas franquias de terror da história do cinema.

William Weber, advogado de defesa de Roland Defeo e um dos envolvidos no desenvolvimento do livro, confessou que, apesar dos crimes terem realmente acontecido, toda essa história de assombração não passa de mera invenção. Os Lutz na verdade eram loucos pela fama e viram uma oportunidade de ouro ao se mudar para a residência. A família viu em Jay Anson, o caminho para ganhar uns trocados e, em 1979, Weber revelou em uma entrevista à revista People:

Eu sei que este livro é uma fraude. Criamos esta história de horror ao longo de muitas garrafas de vinho.

Ainda segundo algumas fontes, os Warrens apenas corroboraram com a fraude e serviram de consultores para o desenvolvimento do filme em 1979.

Nos anos que se seguiram, nenhuma das famílias que viveu na residência viu, ou sentiu nada de anormal.


2 - Cannibal Holocaust


Em Fevereiro de 1980, cópias do filme Cannibal Holocaust, que estava em exibição na Itália, foram confiscadas pela polícia e o seu diretor, Ruggero Deodato, foi acusado de perversão seguido de assassinato. O filme seguia um grupo de documentaristas que se embrenhava na Floresta Amazônica e o que se via a seguir era uma carnificina tão impressionante, que chocou o público na época. Muitas pessoas acreditaram que o que viam na tela era real, tamanha a qualidade dos efeitos visuais.

Para se livrar das acusações, Deodato foi obrigado a romper o contrato que havia feito com os atores, que determinava que deveriam ficar fora do alcance da mídia por um ano e os levou a um programa de televisão para que contassem que tudo não passava de efeitos especiais. Além disso, o diretor ainda teve que explicar como realizou a famosa cena do empalamento.

Mas embora nenhuma pessoa realmente tenha se ferido, o filme contém cenas reais de animais sendo mortos e tanto Deodato, quanto os produtores, os escritores e a United Artists, foram julgados pelas autoridades, considerados culpados e, consequentemente, punidos por maus-tratos de animais.


1 - Guerra dos Mundos (1938)


No dia 30 de Outubro de 1939, milhares de americanos entraram em pânico quando ouviram pelo rádio, relatos de que um gigantesco meteorito havia caído na Terra e que o planeta estava sob ataque de marcianos. As redações dos jornais e delegacias foram inundadas com telefonemas de pessoas desesperadas querendo saber quais eram as rotas de fuga da cidade e como se proteger do ataque. Houveram alguns registros de pessoas dando entrada em hospitais em estado de choque e de histeria.

Entretanto, o que a rádio CBS estava transmitido na verdade, era uma adaptação do romance de ficção científica de H.G. Wells, Guerra Dos Mundos, escrito 40 anos antes. A história foi escrita para ser interpretada por Orson Welles e um grupo de teatro, de forma que realmente parecesse uma transmissão real de emergência. O público ouviu a programação regular ser interrompida pela história e, mesmo sendo avisado de que se tratava de uma adaptação do romance, muita gente acreditou que uma invasão alienígena estava realmente acontecendo.

Mais tarde, milhares de pessoas processaram a emissora devido a danos psicológicos entre outros motivos.


Fonte: Terrorama

domingo, 5 de outubro de 2014

Cospobres de Terror

Como eu, Croatoan, não sou só morte, terror e mistérios, hoje vamos rir um pouco com essa edição especial de aniversário de 2 anos do blog.

Muitas coisas, meus caros leitores, podem dar medo e assustar, mas essas pessoas conseguem fazer fantasias mais escrotas e horripilantes que suas próprias inspirações. Confiram agora algumas imagens de "Cospobres" de vários filmes de terror e vilões assustadores da cultura pop...



Pyramide Head ( Silent Hill )





O Canibal Inumano (O Labirinto do Fauno )





Enfermeira Zumbi ( Silent Hill)



Jurassic Park




Tubarão




Samara (O Chamado)





Jigsaw (Jogos Mortais)





Alien (Alien, o 8º Passageiro)





 Davy Jones (Piratas do Caribe )





Lord Voldemort  (Harry Potter)










MUAHAHAHAHAHAHA, como vocês humanos são capazes de pegar coisas tão aterrorizantes e transformar em coisas bem engraçadas ? Bem, fico por aqui, e mais uma vez um feliz aniversario para este insano Blog...













VOCÊS PODEM ATÉ NÃO ACREDITAR NO SOBRENATURAL
MAS ELE ACREDITA EM VOCÊS...

BOM RESTO DE VIDA !





Mais Um Aniversário Insano: 2 Anos de Predomínio do Terror!!!


BOTE SUA PAMPERS E COMEMORE!!!

Ah insanos, quanta emoção! 2 anos de Predomínio do Terror, estou até sem palavras e as lágrimas descem, cintilantemente, sobre a minha pele. Os nossos leitores aumentaram e eu gostaria de agradecer muito a eles. Aos que mais comentam como a Plotzlicher, Nathali, a Hyanka, a Isa, entre outros; e até aos aidéticos, como o Tarcílio. Claro, agradeço sumamente os parceiros: Felipe, Vawich Bach, Bart, Nando Bonvento, Nando (do Noite Sinistra), Metzger etc. Vocês são do caralho!

No especial do ano passado eu contei a história do blog e destaquei algumas postagens marcantes de nosso blog. Da uma conferida: 1 Ano de Insanidade, 1 Ano de Predomínio do Terror!!!

Esse ano, o esquema é mais simples. Vamos dividir em duas partes: primeiro o que os leitores mandaram, segundo, um vídeo... um vídeo do caralho!

Leitores:

Jess Paiva:



Nathalia Olivi:

Na parte de baixo está escrito "O Leon não sobrevive 3". O 3 se refere ao terceiro aniversário, rs

Segundo Olhar Retrô (Bart):


Fico grato à todos! Detalhe pro da Jess Paiva que demorou um bocado!

E agora... uma obra da Limbo Croatoan´s Productions, um vídeo que irá deixá-lo de queixo caído. Uma mesclagem de apresentação do nosso blog, com o especial do nosso querido blog. Confira!!!




Curtiram nosso especial? Foi insano o suficiente? Se preparem, ainda não acabou, durante esse mês teremos muito post bom em!!!

AGUARDEM!!!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Resumão: Reservoir


BOTE SUA PAMPERS E DEVORE!


Sim, nossa bem-aventurada série chega em seu regresso. Resumão foi muito bem recebido e me empolgou para fazer as matérias, mas após o terceiro post, eu acabei selecionando creepys muito grandes (fora um pedido) e por isso demorando a vir com o post subsequente (que não é nem uma selecionada, nem o pedido). Enfim, aqui estamos novamente!

Ainda não conhece essa iniciativa? Confira o post introdutivo: Resumão: Sr. Bocalarga

Confira o último post da série: Resumão: Teletubbies - A Teoria do Mundo do Meio


E hoje nós temos:


Um novo desafio, pode-se dizer. Resumir creepys/rituais não deveria ser tão difícil, só pegar os passos e pronto. No entanto, Reservoir é um texto mais sofisticado, mais descritivo, profundo... Não foi uma missão fácil.

"Existe esse restaurante, ele não é propriamente um lugar, uma localidade em si, mas um conjunto. Nunca é tão grande que dê agonia ou tão pequeno que dê claustrofobia. As mesas e o cenário tem uma decoração extremamente requintada, e por mais que você preferisse estar em um bar de beira de estrada, vai gostar do ambiente". Como não se apaixonar pelo primeiro parágrafo dessa creepypasta. A bela descrição do nosso protagonista: o restaurante Reservoir. Conclui-se de que se trate de um aconchegante local, o que de certa forma é quebrado pelo segundo parágrafo - que, embora elogie o atendimento e outros aspectos do local, faz um mistério peculiar sobre a comida.

E então chega a parte importante: como chegar até ele. É aonde nosso texto começa a ficar assustador, pois há duas maneiras de se conseguir o objetivo: entregar-se a solidão, vivendo só consigo mesmo e enfim encontrar Reservoir; ou alimentar-se somente de pão sem sal e água, em detrimento dos mais refinados e diversos sabores, até ter um vontade natural de encontrar o restaurante (e você o fará). Tem o terceiro método que é fumar aquela craconha loka, mas esse não recomendamos...

Na entrada do local, o recepcionista reverência-no, indicando o caminho de sua mesa e, não menos importante (longe disso) dá-lhe um pedaço de papel. A parada já ta meia tensa, porque você tá meio forever alone no salão e, após notar uma galera lá longe, tenta se levantar e ir até eles, mas o garçom te segura dizendo que seu pedido está vindo. Mas você nem pediu... ou pediu? Você tem alzheimer, meu jovem?

O garçom, bizarro pakas, se estica até você e fica te mostrando o menu. Tem umas coisas daora lá: Pizza, macarrão, pinto ao molho branco, sua mãe, o Tarcílio etc. No fim, isso acabará não importando, porque você será obrigado a escolher o especial da casa, se não quiser se retirar do ambiente - e se sair, não tem mais volta! Mais bizarro ainda, é que antes do prato chegar ele lhe traz uma bandeja dizendo ser o preço a se pagar pelo pedido. Nela, há água e serragem e ele lhe informa que aquilo deve ser consumido após a refeição.

Aí ele vai perguntar trocentas vezes se você quer continuar essa deliciosa aventura (que caso você se pergunte, não vai te deixar um oco ou vai?) e você tem que dizer sim todas as vezes!

Então, finalmente seu pedido começa a chegar. Primeiramente, você degusta de seu café da manhã favorito, subsequentemente o almoço, o jantar... Tudo de uma forma maravilhosa e utópica, até enfim satisfazê-lo. Só comer a serragem com água e voilá! Acabou seu passeio no Reservoir. O lugar sumirá depois que sair e, ao piscar os olhos, sua pessoa estará em casa, na cama. Você dormirá e acordará como se a noite anterior tivesse uma puta duma viagem.


Meua migo, agora o verdadeiro horror se transfigurará, bem no momento em que se coloca comida na boca, depois da visita ao nosso bem-aventurado(?) restaurante: um gosto de serragem é sentido. Apenas isso.

Cê ficou louco. Piradão. Vai sair correndo que nem uma vadia alada por aí, comendo a porra toda, mas tudo terá gosto de serragem. Água. Pizza. Macarrão. Serragem... não, pera. Até o Tarcílio e sua mãe também. Ah, e não adianta tentar voltar para recuperar os sabores de sua vida. É impossível retornar à localidade!

Espere, não está esquecendo algo? Por óbvio! O pedaço de papel que lhe foi entregue ao entrar em Reservoir. Você vasculha sua roupa e o encontra. Está escrito:

"Satisfação garantida, não aceitamos devoluções".

E assim encerramos nosso conto.

Cambada de filha da puta hein! Porra mano, tenso demais isso aí. Comida é uma das melhores coisas desse mundo... assustador. Pensa só chocolate com esse gosto fodido de serragem. Baphollynho me livre! E detalhe para essa frase completamente sarcástica, do papelzinho. Cruéis!

Essa é uma adaptação de forma resumida de uma creepypasta escrita por Pedro Vitor Oliveira.
Você pode ler o texto original aqui: Fornit Some Fornus

ATÉ O RESUMÃO QUE VEM PESSOAL!

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Creepypasta dos Fãs: O Leitor


BOTE SUA PAMPERS E LEIA!

E parece que enfim demos fim a cota de creepypastas dos fãs na caixa de entrada. A que vocês lerão a seguir, nos foi enviada pela leitora Arte Dian e tratava-se de um trabalho de português dela. 

Degustem!
_____


Ele adorava ler. Com pouco mais de dezesseis anos, prateleiras e estantes cheias de livros ocupavam a maior parte de seu quarto. Nos poucos espaços restantes, amontoavam-se cadernos e folhas soltas, com resumos, sinopses e resenhas dos vários livros já lidos, vendidos, às vezes, para jornais locais, como uma pequena contribuição para alimentar seu vício, e até mesmo um ou dois livros seus, já começados e abandonados.

Seu vício era tanto que ele chegava a visitar sua livraria predileta quase que diariamente, apenas para passear, conversar com os funcionários e reler um livro ou outro em sua companhia. Tratava-os pelo nome, e estes faziam o mesmo. O jovem estava na livraria com tanta frequência que esta era como sua segunda casa. Os funcionários, mais que amigos, eram como sua segunda família.

Era uma livraria curiosa. Parecia uma mistura do sebo mais antigo, vazio e abandonado com a maior livraria de um shopping no centro de uma cidade grande. Entre livros usados e com páginas rabiscadas, Best-sellers, livros importados, raríssimos, e até mesmo alguns manuscritos antigos da cidade, Arthur (pois este era seu nome) encontrara seu maior prazer: viajar para outros mundos, ou sequer sair do nosso. Conhecer outras culturas,outros povos e os mais estranhos devaneios da mente dos autores.

Mas ele já estava ficando farto. Havia relido inúmeras vezes seus livros, e também os que lera na biblioteca. Os dragões, magos e futuros utópicos que ele já conhecia de cor não o animavam mais. Já havia aprendido o básico de línguas como o inglês e o espanhol para poder reler os mesmos livros novamente, em outras línguas, buscando em vão a sensação de conhecer uma nova história, de mergulhar em outras palavras.

Ele já havia tentado ler livros que não existiam em sua pequena cidade pela internet, mas ele simplesmente não conseguia. Nunca encontrava livros diferentes dos que já havia lido. E, mesmo que encontrasse, era impossível. A tela do computador, fitada pelo tempo que ele geralmente gastava lendo o deixaria cego em três capítulos. Ele passava tempo demais lendo. Se lesse por períodos menores de tempo, ele conseguiria ler pela tela do computador. Mas era agonizante. Não saber o que aconteceria, depois de já ler o começo...isso era pior que não ler.

Exceto pelos contos de terror. Estes eram breves e objetivos: durante poucos minutos, ele podia desfrutar de uma história curta, independente, rápida e inquietante.

Creepypastas.

Ele as amava. No fundo,sonhava em protagonizar sua própria. “Quem sabe não encontro um livro empoeirado, numa velha livraria” Pensava ele dando spoiler desta creepy... quer dizer, spoiler? Que spoiler?. “E esse livro me mostrasse rituais e tradições para conseguir o sucesso e a fama.”. “Ou então” Ele continuava, pensando consigo. “Os livros daquelas histórias, que mudam de acordo com o leitor: mostram o passado, o presente e o futuro de quem os lê.”

Logo esquecia-se disso. Lembrava-se de um livro que só havia sido relido três ou quatro vezes e procurava refúgio sob tais páginas. Mas já estava cheio. Cheio dos livros habituais. Cheio das histórias habituais. Queria algo. Algo insano.

 Ele foi à livraria.

– Olá, Vic... – Ele entrou e foi cumprimentar o balconista. Parou segundos depois. Não era Victor, o jovem animado que sempre o atendia com bom humor. Em seu lugar, havia um velho pálido de sorriso sinistro.

 – Ele está doente?” – Perguntou Arthur,estranhando a falta do amigo na livraria.

– Oh, não. Ele só precisou...tirar uma folga. – Disse o velho.

– Mas ele me falou de você.Leu vários livros, hein? Os que costumam dizer isso se gabam por terem lido dois livros de duzentas páginas. Mas...você já leu tudo isso, não? – Ele abriu os braços e virou o rosto de um lado para o outro, estudando a biblioteca.

– Eu tenho algo que pode te interessar. – Disse o velho, tirando um livro de capa escura da parte de baixo do balcão.

– Creio que nunca leu esse...

Até aquele momento, o jovem não havia dito nada. Por fim, criou coragem e disse:

 – Este livro...eu nunca o vi aqui. Chegou por esses dias?”

 – Ah, não, não. Mas aposto que ele nunca lhe foi oferecido por um certo motivo.

 – E qual seria?

 – Ele é...peculiar.

 – Peculiar? De que modo?

 – Ora... peculiar. Estranho... Insano.”

Era o que Arthur queria... Saiu da livraria, feliz, com seu novo livro. “Agaboma”, ele murmurou. Nunca havia visto ou ouvido tal palavra antes.

Chegando em casa, começou a ler o livro. Era uma obra bem estranha: Era cômico, assustador, surpreendente e idiota. Tudo ao mesmo tempo.

O livro falava sobre um benfeitor de muitos nomes, meio homem, meio pássaro - um tucano. Ele vivia em um reino cortado por um rio chamado Xingy, onde várias situações estranhas aconteciam. Calças fantasmas, popstars chamadas Gleice e também ótimos personagens secundários, como um velho pirata sonhador e uma senhora que vendia bolo. Cenas idiotas eram intercaladas com descrições pavorosas de crimes cometidos pelos vilões.

O livro era realmente estranho. Suas vassouras mágicas não voavam, e sim faziam com que quem varresse a casa com elas dissesse verdades! Carros viravam máquinas de churros! Mas era um livro engraçado, ele pensava. Pelo menos, até aquilo acontecer.

Certo dia, ele leu, num trecho do livro, que uma personagem havia atropelado um homem. Até aí tudo bem só um atropelamento, porém, no mesmo dia, o irmão de Arthur foi atropelado, e o pior: comendo um bolinho de chuva. ai minha nossa senhora, bolinho de chuva não!

Aquilo fora muito estranho. Poucos dias depois,s eu irmão faleceu no hospital. Seus pais resolveram se mudar de cidade.

Poucos dias depois da mudança, Arthur terminou o livro. As duas últimas páginas estavam em branco. Ele fechou o livro e deslizou os dedos pela lombada. O nome da autora era Nice Mazzeo. "Nice Mazzeo, Nice Mazzeo", ele repetiu, tentando memorizar. Chegou a conclusão de que era o livro que ele havia procurado. Insano. Mas não se apegaria ao livro.Colocou-o numa das estantes do novo quarto e saiu em busca das livrarias da nova.

Ele havia mudado para uma cidade grande. Haviam muitos livros que ele ainda não havia lido, lá. “Agaboma” ficou na estante por um bom tempo, até Arthur resolver relê-lo, sentindo saudades da insanidade que lhe fora proporcionada pelo livro.

Após relê-lo, notou, na última página, algo como uma gravura apagada. “Deve ser mancha de tempo”, pensava ele. Guardou o livro na prateleira e voltou a ler os títulos inéditos à ele, satisfeito com sua dose temporária de insanidade.

O livro permaneceu guardado por cerca de dois anos até os novos livros se tornarem repetitivos. Arthur passou os olhos pela prateleira até rever seu velho “amigo”. O leu pela terceira vez, e por pouco não atirou o livro longe ao ver a página final estampada com uma ilustração quase nítida. “Estou num conto de terror... ou apenas quero imaginar algo do tipo sobre manchas de tempo num livro?”, perguntava ele, para si mesmo.

Decidiu tentar ter uma prova. Embalou bem o livro, não se esquecendo de procurar qualquer inseto ou coisa do gênero que pudesse manchá-lo, e o guardou longe de qualquer umidade, bolor, poeira ou sujeira que pudesse causar as marcas (estas, curiosamente, só estavam presentes na última página). Deixou o livro protegido durante um mês, e então o desembalou cuidadosamente, indo direto para a última página. Qual não foi sua surpresa ao ver, claramente, um ser roendo algo no chão?

Desta vez,o livro foi jogado longe. O que seria aquilo? Um monstro destroçando um cadáver? Roendo ossos humanos? Como aquilo parara lá?

Passou alguns minutos fitando a capa escura do livro,até tomar coragem para tentar entender a gravura. Levantou-se, num salto, e pegou o livro com cuidado, olhando, receoso, a gravura

Ele riu histericamente.

Era uma casual capivara gigante, mordendo um assoalho! Como poderia ter se assustado com aquilo Acima da capivara, uma frase, que ele não havia notado antes:

“Esse livro não tá com nada, nota 9”


Ele riu mais. Devia ser uma pegadinha de seus amigos na livraria, da antiga cidade. Algum produto químico no desenho, algo que só pudesse ser revelado com o tempo! Talvez, até o velho fizesse parte da encenação!

Então, lembrou-se da infeliz coincidência entre o trecho do livro e a morte de seu irmão. E também lembrou-se que nunca mais havia tido notícias de Victor desde que comprara o livro.

Então, virou-se e viu um buraco na parede...

Autor: Arte Dian

MASOQ...

QUE SEUS PESADELOS SE TORNEM REAIS

BOA NOITE